terça-feira, 18 de agosto de 2020

HISTERIA - Sigmund Freud

HISTÓRIA DA HISTERIA

  • O nome “histeria” tem origem nos primórdios da medicina e resulta do preconceito, superado somente nos dias atuais, que vincula as neuroses às doenças do aparelho sexual feminino. 
  • Na Idade Média, as neuroses surgiam sob a forma de epidemias, em conseqüência de contágio psíquico, e estavam na origem do que era fatual na história da possessão e da feitiçaria. 
  • A sintomatologia não sofreu modificação até os dias atuais. 
  • Os pobres histéricos, que em séculos anteriores tinham sido lançados à fogueira ou exorcizados, em épocas recentes e esclarecidas, estavam sujeitos à maldição do ridículo; seu estado era tido como indigno de observação clínica, como se fosse simulação e exagero. 
O QUE É A HISTERIA - NEUROSE / DEFINIÇÃO
  • É uma neurose no mais estrito sentido da palavra - não há achadas de alterações perceptíveis do sistema nervoso, como também não se espera que qualquer aperfeiçoamento das técnicas de anatomia venha a revelar alguma dessas alterações.
  • Baseia-se total e inteiramente em modificações fisiológicas do sistema nervoso.
  • Leve em consideração as condições de excitabilidade nas diferentes partes do sistema nervoso.
  • É definida de um modo puramente nosográfico, pela totalidade dos sintomas que ela apresenta,  se caracteriza por um grupo de sintomas - exoftalmia, bócio, tremor, aceleração do pulso e alteração psíquica -, sem qualquer consideração relativa a alguma conexão mais íntima entre esses fenômenos.
  • É um quadro clínico que pode ser reconhecido com bastante clareza nos casos extremos (Grade Histeria), pois há casos de Histeria do tipo normal.
SINTOMATOLOGIA
  1. GRANDE HISTERIA
  • ATAQUES CONVULSIVOS - são precedidos de uma “aura” peculiar: pressão no epigástrio, constrição na garganta, latejamento nas têmporas, zumbido nos ouvidos, ou partes desse complexo de sensações.  É especialmente conhecido o globus hystericus, uma sensação atribuível aos espasmos da faringe, como se uma bola estivesse subindo do epigástrio para a garganta. Apresenta três fases:
          I) A primeira, “epileptóide”, assemelha-se a um ataque epiléptico unilateral. 
      II) A segunda fase, a dos “grands mouvements”, apresenta movimentos de “salamaleque”, atitudes em arco (arc de cercle), contorções e outros. A força é muito grande. Para diferençar esses movimentos de um ataque epiléptico, deve-se observar que os movimentos histéricos sempre são executados com certa correção e de modo coordenado, o que contrasta nitidamente com a cega brutalidade dos espasmos epilépticos. Geralmente se evitam os ferimentos comparativamente graves. 
      III) A terceira fase, a fase alucinatória do ataque histérico, a das “attitudes passionelles”, distingue-se pelas atitudes e posturas que sugerem cenas de movimento passional, que o paciente alucina e freqüentemente acompanha com as palavras correspondentes.

Considerações importantes durante o ataque:
  • A consciência pode conservar-se ou se perder, o que é mais frequente.
  • Os ataques acontecem em série, podendo durar diversas horas ou dias.
  • Ataques com fases em partes separadas, fragmentados,  são mais frequentes do que ataques completos.
  • Podem exibir um como de forma apoplectiforme  - ataques do sono. Pode parecer um sono natural ou apresentar diminuição da respiração e da circulação a ponto de ser confundido com a morte. Não há aí sintoma de ataques. Pode durar semanas e meses.
Sua sintomatologia mostra que esse excesso é distribuído por meio de idéias conscientes ou inconscientes.

2. ZONAS HISTERÓGENAS
  • áreas supersensíveis do corpo, nas quais um leve estímulo desencadeia um ataque cuja aura muitas vezes começa por uma sensação proveniente dessa área.
  • Situa-se na pele, nas partes profundas, nos ossos, nas membranas mucosas, até mesmo nos órgãos dos sentidos. 
  • São encontradas com maior freqüência no tronco do que nos membros e têm preferência por determinados locais - por exemplo, nas mulheres (e mesmo nos homens), numa área da parede abdominal correspondente aos ovários, na região coronária do crânio e na região inframamária; e nos homens, nos testículos e no cordão espermático. A pressão nessas áreas desencadeia, com freqüência, não uma convulsão, mas sim sensações-aura. 
  • A partir de muitas das zonas histerógenas também é possível exercer uma influência inibidora sobre os ataques convulsivos; uma vigorosa pressão sobre a área ovariana, por exemplo, desperta muitas pacientes no meio de um ataque histérico ou de um sono histérico, usando um cinto semelhante a uma funda para hérnia, cuja almofada comprima a área ovariana. 
  • As zonas histerógenas às vezes são numerosas, às vezes poucas, e podem ser unilaterais ou bilaterais.

3. DISTÚRBIOS DA SENSIBILIDADE 

  • Mais frequentes e importantes para o diagnóstico.
  • desempenham um papel relativamente pequeno nas doenças cerebrais orgânicas.
  • Consistem em anestesia ou hiperestesia, variando em extensão e intensidade.
  • A anestesia pode afetar a pele, as membranas mucosas, os ossos, os músculos e nervos, os órgãos dos sentidos e os intestinos, porém é mais comum na pele.
  • Não há redução do sentido tato, podendo originar a alfalgesia, sensação de dor.
  • A anestesia histérica pode surgir em focos disseminados unilaterais ou bilaterais, ou simplesmente em determinadas áreas,  nos membros ou em áreas situadas sobre órgãos internos atingidos por alguma doença (faringe, estômago etc.).
  •  Reduz os reflexos sensoriais, como: reflexo conjuntival, espirro e faringiano.
  • Reflexos vitais são mantidos, como córnea e glote.
  • Reflexos vasomotores e a dilatação pupilar mediante estimulação da pele não são interrompidos.
  • A anestesia histérica é sempre um sintoma a ser pesquisado pelo médico, de vez que, na maior parte dos casos, mesmo quando tem ampla extensão e grande gravidade, geralmente escapa totalmente à percepção do paciente. 
  • A anestesia orgânica, deve-se enfatizar que os distúrbios histéricos da sensibilidade, a rigor, não prejudicam os pacientes em nenhuma atividade motora.
  • As áreas da pele que estão histericamente anestesiadas caracterizam-se, com freqüência, por anemia local e não sangram quando picadas.
  • Os distúrbios da sensibilidade são os sintomas nos quais é possível basear um diagnóstico de histeria, mesmo nas suas formas mais rudimentares. Freqüentemente existe uma relação recíproca entre a anestesia e as zonas histerógenas, como se toda a sensibilidade de uma parte relativamente grande do corpo estivesse comprimida numa única zona.
4. DISTÚRBIOS DA ATIVIDADE SENSORIAL
  • podem afetar todos os órgãos dos sentidos 
  • podem aparecer simultaneamente com ou independentemente de modificações na sensibilidade da pele.
  • Distúrbio Histérico da Visão não tem relação com daltonismo, embora se perca a sensibilidade ao roxo, e ao vermelho e azul geralmente persiste mais tempo.
  • Os objetos que se aproximam do olho e que dele se afastam são vistos em tamanhos diferentes e duplicados ou multiplicados
  • Surdez Histérica raramente é bilateral, muito frequente, combinada com anestesia do pavilhão da orelha, do canal auditivo e até mesmo da membrana do tímpano.
  • Quando existe distúrbio histérico do paladar e também do olfato, via de regra é possível encontrar anestesia das regiões da pele e da membrana mucosa pertencentes aos órgãos desses sentidos.
  • São freqüentes em pacientes histéricos a parestesia (sensação anormal e desagradável sobre a pele que assume diversas formas (p.ex., queimação, dormência, coceira etc.) e a hiperestesia (paroxismo da sensibilidade, tendente a transformar as sensações ordinárias em sensações dolorosas; acuidade anormal da sensibilidade a estímulosdos órgãos inferiores dos sentidos; às vezes, há uma extraordinária exacerbação da atividade sensória, especialmente do olfato e da audição.
5. PARALISIAS
  • São mais raras que as anestesias.
  • Quase sempre apresentam anestesia da parte do corpo paralisada.
  • Pode ocorrer de um braço ou perna, ou de ambos (paraplegia)
  • Tende a transformar as sensações ordinárias em sensações dolorosas; acuidade anormal da sensibilidade a estímulo.
  • Paralisia das pernas pode paralisar órgãos internos como intestino, causando fraqueza muscular, e seguida de afonia, incapacidade de executar movimentos da fala, sem voz.
6. CONTRATURAS
  • O aparelho reage a pequenos estímulos através da contratura.
  • Excessiva intensidade e podem ocorrer em qualquer posição.
  • Não relaxam no sono.
  • Tende a aumentar os espasmos devido às contraturas.
7. CARACTERÍSTICAS GERAIS - SINTOMATOLOGIA DA HISTERIA
  • Se apresentam de forma exagerada; uma dor é descrita como extremamente dolorosa.
  • uma anestesia e uma paralisia podem com facilidade tornar-se absolutas; 
  • uma contratura histérica causa a maior retração de que um músculo é capaz. 
  • Pode ocorrer simultaneamente e isoladamente.
  • Os sintomas psíquicos têm sua significação dentro do quadro total da histeria, mas não são mais constantes do que os diferentes sintomas físicos, os estigmas. Por outro lado, as modificações psíquicas, que devem ser assinaladas como o fundamento do estado histérico, ocorrem inteiramente na esfera da atividade cerebral inconsciente, automática. 
  • Os pacientes histéricos funcionam com um excesso de excitação no sistema nervoso - excesso que se manifesta ora como inibidor, ora como irritante, deslocando-se com grande mobilidade dentro do sistema nervoso. 
EVOLUÇÃO DA HISTERIA - IMPORTANTE SABER
  • Seus primeiros sinais provavelmente aparecem na adolescência. A partir dos 15 anos se mostra ativa em meninas. Em geral, primeiros anos de um casamento feliz interrompem a doença, podendo reaparecer os sintomas quando as relações conjugais ficam mais frias
  • as doenças histéricas, mesmo as de gravidade considerável, não são raridade em crianças entre seis e dez anos. 
  • Na histeria infantil são encontrados os mesmos sintomas das neuroses dos adultos.
  • As crianças histéricas são, com bastante freqüência, precoces e altamente dotadas; em numerosos casos, a histeria é, por certo, simplesmente sintoma de profunda degeneração do sistema nervoso, que se manifesta em perversão moral permanente.
  • A histeria pode estar combinada com muitas outras doenças nervosas neuróticas e orgânicas, e tais casos oferecem grandes dificuldades à análise.
  • Via de regra, um homem histérico - ou uma mulher histérica - não constitui um único membro neurótico do círculo familiar
TRATAMENTO DA NEUROSE
  • Destaca-se três tarefas: o tratamento da disposição histérica, dos ataques histéricos (histeria aguda) e dos sintomas histéricos isolados (histeria local).
  • Cabe ao médico a escolha do tratamento.
  • O convívio com a família deve ser substituído por um período de internação em casa de saúde e a isto os parentes geralmente oferecem maior resistência do que os próprios pacientes.
  • A massagem e a eletricidade, os outros métodos terapêuticos não devem ser negligenciados.
  • HIdroterapia e Ginástica, encorajar a movimentação.
  • Pode-se utilizar a hipnose.
REFERÊNCIAS:
Obras completas de Sigmund Freud. Volume I.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Seção 4 - Você e o uso de suas forças pessoais / Psicologia Positiva

Não basta fazer um bom gerenciamento de nossas emoções positivas ou negativas para ser feliz. 

A felicidade Hedônica, é aquela felicidade que está relacionada ao momento presente, às emoções intensas positivas, aquele prazer que você sente. Nesse caso quando o estímulo acaba a felicidade acaba também. 

Por outro lado tem a felicidade Eudaimônica, que é aquela felicidade mais a longo prazo, e que não importa se durante esse período a pessoa viveu emoções positivas ou negativas. O que importa é que ao final você olhou para traz e sentiu aquele sentimento de gratificação, por ter chegado onde chegou.

Para se chegar ao sentimento de GRATIFICAÇÃO é preciso saber usar as suas FORÇAS PESSOAIS, tanto na vida pessoal como na vida profissioal.

O QUE SÃO AS FORÇAS PESSOAIS?

Há seis grandes virtudes humanas baseadas nas mais importantes culturas e tradições religiosas do mundo.

  1. Sabedoria e Conhecimento
  2. Coragem
  3. Humanidade e Amor
  4. Justiça
  5. Temperança ou Moderação 
  6. Espiritualidade e Transcendência
Para se chegar a essas seis granes virtudes foi realizado um estudo ao longo de seis anos envolvendo 53 cientistas ao redor do mundo que conseguiram investigar coincidências em materiais como a Bíblia, o Código samurai, os grandes conhecimentos dos filósofos da Grécia Antiga, Buda, e o Alcorão. A partir desse estudo se chegou a 24 FORÇAS PESSOAIS que são como caminhos para se chegar a essas SEIS VIRTUDES. São características humanas que todos os seres humanos têm, só que algumas pessoas apresentam essas características em maior ou menos grau, o que pode ser verificado através de TESTE.

FORÇAS PESSOAIS é um traço característica da pessoa, que as utiliza em várias situações, muitas vezes, sem perceber, de forma inconsciente. Ela gera gratificação por ela mesma, essa força não é usada em busca de reconhecimento  ou retorno financeiro. Só o fato de usá-la você já vai sentir o sentimento de gratificação, e ainda vai inspirar e motivar as outras pessoas, ajudam a melhorar o coletivo e o relacionamento de você com outras pessoas. Essas forças nunca diminuem os outros.

Forças pessoais e valores humanos não são a mesma coisa. A pessoa pode ter como valor o AMOR, mas não possuir a FORÇA PESSOAL DE DAR E RECEBER AMOR. Valorizar o amor, não significa que a pessoa sabe dar ou receber esse amor. A força pessoal está relacionado ao que se faz com esse valor.

QUAIS SÃO AS 24 FORÇAS PESSOAIS?

Cada categoria das seis virtudes humanas, traz em si, as suas forças pessoais.

1. Sabedoria e Conhecimento

  • Curiosidade
  • Amor ao aprendizado
  • Critério
  • Criatividade
  • Inteligência social
  • Perspectiva
2. Coragem
  • Bravura
  • Perseverança
  • Integridade
3. Humanidade e Amor
  • Amor
  • Bondade
4. Justiça
  • Espírito de Equipe
  • Justiça ou Cidadania
  • Liderança
5. Temperança ou Moderação 
  • Autocontrole
  • Prudência
  • Humildade
6. Espiritualidade e Transcendência
  • Apreciação da beleza e excelência
  • Gratidão
  • Esperança
  • Espiritualidade
  • Perdão
  • Humor
  • Vitalidade
Para saber quais são as suas forças pessoais, existe um teste organizado pela VA (Via Character ou Institute on Character), que é uma instituição internacional amplamente reconhecida em desenvolver testes para todas as línguas, idiomas, inclusive em português, nesse caso, para você conhecer as suas forças pessoais. são 120 pessoas de múltipla escolha.

Após identificar as 5 ou 7 top forças pessoais, é preciso validar as suas forças. Isso envolve algumas etapas, que são as perguntas de múltipla escolha,
  • VALIDAÇÃO - Identificar momentos em que você utilizou essas forças pessoais na vida.
  • AUTENTICIDADE - Essas forças realmente te descrevem?
  • SENTIMENTO - ao usar essas forças pessoais, você tem sentimento de alegria, realização, felicidade. Ocorre quando o trabalho ou aquilo que está fazendo é salutar.
  • INEVITABILIDADE - É algo natural, espontâneo?
FORÇAS PESSOAIS:
  1. IDENTIFICAR
  2. DESENVOLVER
  3. APLICAR
O QUE FAZER COM SUAS FORÇAS MENORES?

Quanto mais você focar realmente no que já tem de forte, você vai brilhar. Utilizando essa força que a pessoa já tem naturalmente, a tendência é que tudo dê certo naquilo que você faz. Em caso de grupos, ao invés de buscar treinamentos para melhorar as habilidades fracas, o grupo deve ser composto de pessoas que possuem habilidades fortes diferentes umas das outras. Cada um fazendo aquilo que tem de melhor.

TEXTO DE MARTA G.

Há uma vitalidade, uma força interior, uma energia que é traduzida dentro de você em ação.
E, porque há apenas um como você, essa ação se torna única.
E, se você bloqueá-la, ela nunca mais existirá por outros meios e será perdida para sempre.
O mundo nunca mais terá isso...
E, não é a sua responsabilidade determinar quanto essa energia é boa, nem seu valor, nem compará-la com outras expressões.
Sua responsabilidade é mantê-la clara e direta e manter-se receptivo a ela.

Você é único, então deixe a sua luz brilhar, e inspire outras pessoas a serem quem elas são, trazendo tudo que é autêntico dentro delas, que é o seu maior tesouro.

E SE EU NÃO TIVER UMA FORÇA QUE EU ACHO QUE DEVERIA TER?
  • Todas as forças contribuem para qualquer função social. 
  • A pessoa que não tem liderança, pode se utilizar da bondade, generosidade, critério, outras forças que favorecem a sua posição.
COLOCANDO SUAS FORÇAS PESSOAIS EM AÇÃO
  1. Identifique em que áreas você utiliza as suas forças pessoais?
  2. Você tem utilizado essas forças pessoais? Como? Porque não?
  3. Para cada uma das 5 tops forças, defina forma de colocá-las em prática, fortalecendo essas forças e tirando maior proveito no seu dia a dia.
  4. Responder questionário (Workbook)
VOCÊ TEM UM EMPREGO, CARREIRA OU VOCAÇÃO

  • EMPREGO - é pontual e está voltado muito mais para a realização de tarefas, que serve por exemplo, para pagar as contas.
  • CARREIRA - se refere a um percurso profissional, que tem objetivos profissionais muito planejados, que foca em recompensas futuras.
  • VOCAÇÃO - Aquilo que está alinhado com suas vocações pessoais, valores, propósito. O trabalho em si é um fator de realização.Trabalho salutar, mas, nem sempre, a vocação paga as contas.
Responder ao QUIZ para descobrir se tem emprego, carreira ou vocação.


ECONOMIA DO DINHEIRO X ECONOMIA DA SATISFAÇÃO

Quando se consegue alinhar o seu propósito com o que se trabalha, ocorre maior sentimento de gratificação, realização, e as pessoas reconhecem a autenticidade do seu trabalho.

É importante perceber e aproveitar as oportunidades que surgem em seu caminho e aplicar suas forças na vida pessoal. Uma atividade que lhe dá prazer, geralmente possibilita uma melhor realização na vida profissional. É preciso perceber aquilo que lhe dar prazer e que faz sentido pra você.

Para descobrir o hobby procure resgatar os momentos da infância que te davam muita alegria.
Procure identificar quais forças pessoais estavam nesse momento?
Reflita sobre o porque que você se sentia realizado.
Descobrindo isso, procure praticar seu hobby, cultivando bons momentos não só no trabalho.

Do ponto de vista pessoal, os casais otimistas focam nos aspectos positivos e por isso são mais felizes.

O PROPÓSITO
A forma como você encara a sua vida. Está alinhado ao que você tem de melhor para oferecer que são suas forças pessoais. (Procurar prática do ansião e valores no App.) Tem relação com oque vocÊ quer para sua vida.

PERGUNTAS PARA REFLEXÃO EM BUSCA DE SEU PROPÓSITO

  • WORKBOOK
  • Quais eram seus sonhos na adolescência?
  • Quais suas paixões?
  • Se tudo fosse possível, como você viveria?
  • Como você^}E gostaria de ser lembrado?
  • O que você amaria oferecer para o mundo?
Importante saber que o propósito vai se modificando, se adequando.


OS SETE PONTOS ESSENCIAIS DA PSICOLOGIA POSITIVA.

  1. O que é  Psi Positiva?
  2. O que a Psi 2.0. -= Emoções Positivas e negativas
  3. Entender as mensagens que estão por traz das emoções negativas.
  4. O que é a sabedoria para nossa mente emocional e racional.
  5. Apreciação e a importância do mindfullness - estar presente.
  6. Felicidade Aidônica e Eudaimônica. 
  7. Gratificação- habilidades superam nossos desafios.
  8. Propósito - alinhar o que faz sentido com as virtudes, forças pessoais a serviço de algo, sua missão.

REFERÊNCIAS:
CURSO DE PSICOLOGIA POSITIVA 1.0 E 2.O da teoria à prática.
Seção 4 - Emoções Negativas - Aulas: 40 à 52
Juliana Zellauy Feres 
Especialista em Psicologia Positiva pelo Instituto de Psicologia Positiva e Comportamento.,
Plataforma Udemy

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Seção 3 - Emoções Negativas / Psicologia Positiva

PSICOLOGIA POSITIVA 2.0 
  • É  a  evolução da Psicologia Positiva.
  • Não adianta trabalhar exclusivamente com emoções positivas.
  • É necessário trabalhar também com as emoções negativas, já que todas elas trazem em si, um aspecto positivo, uma razão de ser, Elas existem para nos autopreservar.
As emoções negativas se tornam um problema quando estão em desequilíbrio, quando começam a nos controlar, controlar nossa vida. Para evitar que isso aconteça é preciso trabalhar a MENTE SÁBIA, que é a intersecção entre nossa mente racional e a nossa mente emocional. A MENTE SÁBIA é o equilíbrio entre esses dois extremos.
  • Emoção negativa à flor da pele, te dominando, é preciso racionalizar um pouco para conseguir colocar as coisas de volta ao eixo, dominando a emoção que antes estava te dominando.
EMOÇÕES NEGATIVAS:
FRUSTRAÇÃO
  • É uma resposta emocional que a gente tem quando as nossas expectativas diferem da realidade, decepcionando a pessoa. Passa a mensagem de alerta para  que a gente não se reaproxime dos nossos objetivo iniciais.
Aspectos comuns de pessoas que sentem frustração muito frequentemente: 
  • Nunca conseguem ver o lado positivo ( são os pessimistas). O Antídoto é trabalhar a mudança de perspectiva, começando a olhar a situação de outra forma. embora não seja fácil, com o suos adequado da técnica de mudança, vai conseguindo usar no seu dia a dia, transformando isso em relação às pessoas, como um hábito.
  • Busca sempre a perfeição como se existisse a perfeição. A tentativa de deixar sempre tudo do jeito que a pessoa quer ou gostaria, traz sempre a frustração, pois a possibilidade da expectativa da realidade bater com a expectativa dela é menor. O Antídoto é trabalhar a aceitação de que nem tudo será perfeito, nem sempre será do jeito que gostaria, e tudo bem ser assim. O importante é fazer o melhor de si.
  • Têm dificuldade de lidar com os desafios da vida. O Antídoto é trabalhar a resiliência através de práticas meditativas, do mindfulness, ampliando a sua percepção a respeito de si mesmo, das pessoas ao seu redor, lidando de uma forma mais serena com as dificuldades da vida.
TÉCNICA PARA LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO
  • Lembre de uma frustração que viveu em sua vida, como se estivesse revivendo agora.
  • Quais as sensações durante a frustração?
  • Além da frustração haviam mais alguma emoção envolvida?
  • Você acha que a resposta que deu para essa situação foi sensata ou foi desproporcional em relação ao que você viveu?
  • O que exatamente você queria controlar na situação? Observe mais fundo para perceber o que deseja realmente controlar.
  • Pense se é passível de controle aquilo que deseja realmente controlar?
  • Reflita qual a sua responsabilidade nessa situação? Quais as suas falhas?
  • O que pode fazer a respeito?
  • Qual o seu objetivo maior nessa situação? Ser feliz ou estar certo? Ter um bom relacionamento com a pessoa? Pense num plano de ação para consertar a situação que viveu e para que ela não se repita no futuro.
RAIVA
  • É uma tentativa de controlar alguma coisa, similar à frustração, mas pode ser sentida como ameaça física ou psicológica.  
  • É de difícil controle porque sempre tem motivos para senti-la, se utilizando de argumentos convincentes de que se tem razão para senti-la.
  • Ajuda a pessoa a impulsionar e superar o que está prejudicando-a; estabelece limites e quando está num grau mais baixo, é conhecida como MAU HUMOR.
COMO LIDAR COM A RAIVA
  • Primeiro é preciso ataca-la logo no início para que não se desenvolva, tornando-se mais difícil seu controle. Para isso, precisa parar de ruminar os motivos que te levaram a sentir raiva, procurando fazer outra coisa, procurando focar totalmente sua atenção naquilo que está fazendo, e não fazer automaticamente, com o pensamento na raiva, ruminando os motivos para senti-la. Esfriar a raiva não é negar a raiva. Tudo aquilo que você resiste, persiste.(Jung)
  • Segundo, comece a contestar e reavaliar a situação de uma maneira mais fria, quando esse sentimento estiver esfriado. extravasar a raiva não é uma boa maneira de acabar com ela. Quando a gente extravasa a raiva só faz ela aumentar de tamanho, e não resolve a situação, podendo levá-la para uma situação que se chama SEQUESTRO EMOCIONAL, que é deixar a raiva totalmente no controle e você depois nem lembra o que você estava fazendo. A raiva aí, acaba conduzindo todas as suas ações.
COMO CANALIZAR A RAIVA DE FORMA POSITIVA
  • Canalizar a raiva de forma positiva, é usar o sofrimento que esta lhe causa, positivamente.
  • Não definir nada quando estiver sentindo raiva. Resista a vontade de responder na hora. depois mais calmo, pense a melhor estratégia de responder.
  • Use a técnica de três passos para  a Estabilidade Emocional (App Insight Timer)
  • Faça práticas meditativas de forma regular, para manter a serenidade. Não vai deixar de sentir raiva, mas vai conseguir responder a raiva de forma mais consciente e serena.
  • As técnicas podem ser usadas para várias emoções negativas, ou para se preparar para conversas difíceis.

TÉCNICA PARA LIDAR COM A RAIVA
  • Lembre de uma raiva que sentiu em sua vida, como se estivesse revivendo agora.
  • Quais as sensações durante a raiva?
  • Além da raiva haviam mais alguma emoção envolvida?
  • Você acha que a resposta que deu para essa situação foi sensata ou foi desproporcional em relação ao que você viveu?
  • O que exatamente você queria controlar na situação? Observe mais fundo para perceber o que deseja realmente controlar.
  • Pense se é passível de controle aquilo que deseja realmente controlar?
  • Reflita qual a sua responsabilidade nessa situação? Quais as suas falhas?
  • O que pode fazer a respeito?
  • Qual o seu objetivo maior nessa situação? Ser feliz ou estar certo? Ter um bom relacionamento com a pessoa? 
  • Pense num plano de ação para consertar a situação que viveu e para que ela não se repita no futuro.
TÉCNICA DE "PERCEPÇÃO DE POSICIONAMENTOS".
  • Baseada em Programação Neurolinguística.
  • Pode ser usada como preparação para conversas futuras.
  • O objetivo dessa técnica é perceber o ponto de vista do outro, percebendo exatamente o que acontece na situação, e responder à raiva de forma apropriada.
  • Lembre de uma raiva que sentiu em sua vida, como se estivesse revivendo agora.
  • Além da raiva haviam mais alguma emoção envolvida? 
  • Dê um nome para essa emoção, registre se necessário.
  • Qual a razão para se sentir com raiva?
  • Dê um passo para traz como se estivesse saindo do corpo, e observando de fora você e a pessoa pela qual sente raiva.
  • Agora entre na outra pessoa e observe as necessidades dessa pessoa, porque ela sente isso, como ela se sente? O que ela quer exatamente?
  • sai do corpo dessa pessoa, e volte para fora do seu corpo e do corpo da pessoa, olhando de fora, como você acha que poderia agir melhor nessa situação?
  • Agora volte para dentro de seu corpo, e perceba se mudou essa emoção. Você sente alguma coisa diferente? Essa emoção é mais gerenciável agora do que quando começou ? Que lição você aprendeu? O que você aprendeu? Qual sua nova visão? Como pode coloca-la em prática?
DOR E SOFRIMENTO
  • Se trata aqui de dor física. Todos sentem dor de alguma forma. aquele que não sente dor possui uma doença chamada ANALGESIA CONGÊNITA. Poucas pessoas no mundo têm essa doença, e geralmente quem a tem, acaba sofrendo uma série de acidentes e não percebe, o que pode ser bem perigoso, como por exemplo, uma pessoa se queimar e não se dá conta de que queimou.
  • A dor física funciona como uma autopreservação. O seu papel é buscar a cura para algo.A pessoa sente algo muito ruim justamente porque seu corpo está sinalizando para você nunca mais fazer aquilo, preservando-o da dor.
  • Dor e sofrimento, um pode gerar o outro. Por exemplo, uma dor física pode acabar se tornando um sofrimento psicológico. da mesma forma, um sofrimento psicológico, como estresse, pode causar dor física, seja através de úlcera, por exemplo.
  • Qualquer situação pode gerar sofrimento já que ele é subjetivo varia de pessoa para pessoa. uma pessoa que tenha medo de animal, ao vê-lo pode sofrer.  A intensidade do sofrimento pode variar conforme a sua interpretação daquela situação. Saber disso não acaba com o sofrimento, mas há técnicas que podem ser usadas para amenizar ou acabar com esse sofrimento.
A EQUAÇÃO DO SOFRIMENTO
  • Essa equação define seu nível de sofrimento em relação a uma determinada situação.
  • DOR x RESISTÊNCIA (NÃO ACEITAÇÃO) = NÍVEL DE SOFRIMENTO
  • Numa escala de 0 a 10, dê uma nota para sua dor e para a sua resistência em relação a essa dor.
  • Os números irão mostrar que quanto maios a resistência, maior o sofrimento. Quando menos a resistência, menor o sofrimento.
  • Aceitação não significa aprovação, porém a não aceitação ou resistência muitas vezes favorece o desenvolvimento em algumas situações, como por exemplo, no caso de injustiça sociais.
  • Aceitar é compreender que a situação é como é e não poderia ser diferente.
  • Nosso maior desafio é conseguir detectar aquilo que pode ser mudado e aquilo que não pode ser mudado.
Diante daquilo que não se pode controlar, é possível ter três atitudes diferentes:
  • PASSIVIDADE ou RESIGNAÇÃO - a vida é assim, dessa forma, não posso fazer nada a respeito disso.
  • NEGAR ou PARTIR POR CONFRONTO - não  aceita, sente raiva  e parte para o confronto.
  • ACEITAÇÃO que é ter consciência de sua parcela de responsabilidade sobre aquilo, e não agir nem a mais nem a menos, o que não significa que você aprova.
Todas as pessoas sofrem na vida, não se pode ter poder sobre o sofrimento, evitando-o mas, podemos ter poder sobre o que vamos fazer com esse sofrimento.

DICAS PARA LIDAR COM O SOFRIMENTO
  • Evite a ruminação. Os sofrimentos do passado não são determinantes na vida adulta. Ficar ruminando por toda a vida sofrimentos do passado, de maneira inapropriada, vai causar sofrimento.
  • Pensar sobre os sofrimentos: são válidos? faz sentido ficar retornando a eles? quais as suas opções em lidar com esse sofrimento? ele te trouxe algo positivo? aprendeu alguma coisa, se tornou mais forte ou mlehor a partir do sofrimento?
  • evite supervalorizar os sofrimentos da vida, pois trouxeram características importantes para que você se tornasse quem você é.
  • Lembrar que tudo é impermanente, tem um fim, tudo passa, tudo muda.
  • convide a felicidade para entrar na sua vida, fazendo coisas que te fazem feliz, tanto a felicidade eudônica, como eudaimônica. cultive ações, atitudes, relacionamentos que te fazem feliz de alguma forma. A felicidade não cai do céu, é preciso busca-la constantemente.
  • Acesse a pratica lugar perfeito para recarregar energias ( App ght Timer) para tudo que precisa turbinar na sua vida nesse momento, autoconfiança, tranquilidade, equilibrio emocional.
ANSIEDADE E MEDO
  • ANSIEDADE é um estado de apreensão, uma antecipação de uma situação desagradável ou perigosa. É uma vigilância para detectar essas ameaças e fazer você pensar em formas de como você pode lidar melhor com elas, projetando várias soluções. 
  • MEDO é uma resposta de eventual perigo.
  • ambos causam uma reação em nosso organismo, diante de situações de perigo real ou percebido, preparando a gente para dar uma resposta diante desses desafios.
  • O problema está em quando a ANSIEDADE  e o MEDO ESTÃO FORA DE CONTROLE:  isso acontece quando acontecem com ALTA REGULARIDADE, INTERFERINDO EM NOSSAS VIDAS E EM NOSSOS RELACIONAMENTOS. Ainda quando se apresentam de forma desproporcionais às situações que a pessoa está vivendo, podendo ocasionar um distúrbio, o que requer ajuda médica.
  • Pessoas ansiosas ficam se preocupando com problemas que nem existem e que muitas vezes nem vão existir. É muito causada pelas conexões da vida moderna, de sentir que não pode desligar, com isso questões como: cuidar de si, curtir alguém que gosta, saborear uma boa comida, seu animal de estimação, acabam ficando de lado. 
  • A forma de lidar com essa ansiedade é procurar estar no presente, exercitar sua atenção plena do momento.Cultivar sua presença, atenção plena. Desenvolver relações e conexões profundas que te façam bem.
  • dentre os três sistemas neurobiológicos, o terceiro dele é o de calma e tranquilidade que ajuda a combater a sensação de ansiedade que sentimos o tempo todo quando não focamos nossa atenção no presente.
  • Passado e futuro não existem. O futuro não aconteceu. O passado é criação da mente humana, e e suas memórias vão sendo moldadas a medida que o tempo passa. Por isso é preciso focar no presente.
  • A melhor forma de lidar com o medo é assumindo o que você sente
  • Observe o que é esse medo.
  • Quais as situações que desencadearam ou reforçaram esse medo?
  • Tratando-se de fobias é preciso buscar ajuda médica.
DICAS PARA LIDAR COM A ANSIEDADE E O MEDO

PARA LIDAR COM ANSIEDADE ...
  • Primeiro, perceba que seus pensamentos são apenas pensamentos, eles não refletem necessariamente a verdade.Assim como as emoções, os pensamentos são apenas eventos mentais. Você não é o seu pensamento, você consegue observar eles, observar suas emoções.
  • Segundo, racionalize esse pensamentos e essa emoção de ansiedade., observando se é útil,: pode ser útil quando identifica os seus potenciais e ameaças no seu cenário futuro, para que você possa se preparar para enfrentá-lo e lide melhor com cada uma das situações que possam surgir
  • Numa crise de ansiedade, a primeira coisa que se deve fazer é mudar o foco da sua atenção, ou com algo ou prestando atenção na sua respiração. Não precisa mudar o ritmo  dela, observando se está mais curta e rápida ou mais lenta e profunda.A respiração determina o estado emocional, que determina o ritmo da respiração. Por exemplo, quando esta chorando, tristeza profunda, seu corpo naturalmente age de forma involuntária e ao contrário, quando você esta com raiva, você expira. A respiração mais longa profunda, a gente acalma seu estado mental.
  • é preciso pensar se é real aquilo que esta sentindo e o que fazer para sair dela.
TÉCNICA RAIN

R - Reconhecer ( o que está vivendo ou sentindo de forma gentil.)
A - aceitar  ( o que se está vivenciando no momento)
I  - Investigar ( por que esta sentindo,. é realista, faz sentido?)
N - Não se identificar ( não se apegar, lembrando que pensamentos e emoções não são você e pode observá-los)

TÉCNICA PARA LIDAR COM ANSIEDADE E O MEDO
  • Feche osa olhos e pense em uma situação de ansiedade ou medo que tenha vivido.
  • Lembrando como se estivesse vivenciando nesse momento, observe o que você está sentindo no momento.
  • Perceba onde esse sentimento está localizado fisicamente no seu corpo.
  • Crie uma versão de você mesmo, mais sábio, mais calmo, mais tranquilo, se afastando de seu corpo e olhando a situação de fora.
  • Reveja essa situação. O que está acontecendo?
  • Pense no que você gostaria de dizer para você mesma que está vivendo essa situação.
  • Repita o processo criando uma segunda versão ainda mais sábia de você. 
  • O que essa segunda versão mais sábia, diria para a primeira versão e a versão da situação inicial.
  • Fique nessa segunda versão até que se sinta forte e firme o suficiente para lidar com a situação.
  • Fale para as duas primeiras versões, o que elas precisam ouvir de você,com amorosidade, com sabedoria, para que elas possam lidar melhor com essa situação nesse momento.
  • Quanto mais você fica junto a essa ultima versão, mais você se fortalece.
  • Volte para a segunda posição, e depois para a primeira posição, levando consigo a sabedoria que trouxe da última posição.
  • De volta a primeira posição, como você se sente? O que você aprendeu?
Técnicas de visualização ou imaginação são muito usadas entre atletas de alta performance, profissionais, executivos, músicos, exatamente, porque nosso cérebro não sabe distinguir o que é real daquilo que é irreal. O organismos responde como se estivesse vivendo aquilo.

INVEJA
  • É desejar o que o outro tem.
  • É um sentimento de inferioridade, um desgosto diante da felicidade do outro.
  • é um dos sete pecados capitais ( Catolicismo);
  • Dá aquele sentimento de inferioridade de culpa, de vergonha quando a gente sente ela, por isso, é bem difícil se admitir estar sentindo inveja.
  • Traz uma mensagem importante, que aponta o que você quer para sua vida.
  • é uma oportunidade de analisar pessoas ou situações para perceber o que você deseja para sua vida, porém é preciso elaborar estratégias e ter constância para conquistar tudo que desejar.
  • se o outro tem significa que você também pode ter. A questão é você fazer o movimento de conquistar também aquilo que deseja. acreditar no seu potencial. Isso é o mais importante em relação à inveja.
  • Nem sempre conquistamos o que desejamos de forma imediata. É preciso planejar, dar um passo por vez, para se chegar no que se deseja.
  • A felicidade existe para todos, mas não cai do céu. É preciso empreender os esforços necessários para conquistá-la. Quando a gente compreende isso, compreendemos também que podemos ficar felizes mediante a felicidade do outro também.
COMO LIDAR COM A INVEJA
  • Primeiro é preciso não negar esse sentimento. É preciso acolhe-lo e aceitá-lo.
  • Todos sentem inveja, não precisa se sentir inferior, nem vergonha, é normal.
  • A inveja está ali por um bom motivo. Está passando uma mensagem que você pode usar a seu favor.
TÉCNICA PARA LIDAR COM A INVEJA
  • Lembre-se detalhadamente, de uma situação em que você sentiu inveja.
  • Anote o que você sentiu naquele dia ou situação?
  • Saia daquela situação, pare de viver ela em primeira pessoa, e numa segunda pessoa, observe o que estava acontecendo ali ao seu redor.
  • Com a nova perspectiva o que exatamente, está acontecendo, o que você inveja no outro, o que está querendo conquistar que te falta, qual a necessidade não atendida. anote todos os seus insights.
  • Como observador externo, crie uma nova perspectiva sobre a situação, se descolando desse sentimento de inveja, enquanto observador.
  • Identifique se existe alguma necessidade não atendida.
  • Como você pode suprir essas necessidades que lhe faltam?
  • Que atitudes você pode tomar para atendê-las?
  • Tome isso como um compromisso, planeje, crie metas para alcançar.
MÁGOA OU RESSENTIMENTO
  • São diferentes do sofrimento porque não são tão intensas, mas são mais duradouras, pois a pessoa fica remoendo o sentimento, a ferida nunca cicatriza.
COMO LIDAR COM ISSO?
  • Racionalize um pouco, pense sobre o que está fazendo consigo. quando a feirca começa a cicatrizar, abre de novo e assim continua.
  • Atue na causa raiz, quanto mais demora de cicatrizar, mais profunda vai ficando a ferida.
  • Tenha uma postura amorosa consigo e com o outro.
  • Busque uma conversa pacífica com a outra pessoa para reparar os danos causados.
  • a RECONCILIÇIAÇÃO OU PERDÃO deve atender aos dois lados, escutar os dois pontos de vista, expor de forma não agressiva o que eles sentem e qual a necessidade não atendida.
TÉCNICA DE MARSHALL ROSEMBERG: COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA
  1. Observar sem julgar. Resgatar o que acontecei sem julgar nem se vitimizar.
  2. Identificar os sentimentos envolvidos nas duas partes.
  3. Identificar as reais necessidades não atendidas.
  4. Ver relação de necessidades não atendidas universais.
  5. Expor o que sente colocando suas necessidades com amorosidade.
  6. resolva a situação, perdoe, e segue em frente.
  7. Se não conseguir fazer sozinho, peça ajuda profissional.
ESTRESSE
  • Resposta natural do nosso organismo, diante de qualquer demanda ou pressão externa. 
  • Faz mal às pessoas quando elas o percebem como algo ruim. Isso vai determinar o nível de nosso estresse. 
  • Exemplos: metas de trabalho podem ser positivas, por serem estimulantes,  mas para outros, pode ser um estressor. Isso é uma questão de percepção, de lidar da melhor forma possível com o estresse.
  • A melhor forma de lidar com o estresse é praticar algumas ações de forma regular: práticas meditativas, praticar esportes,dormir bem, nutrir boas relações sociais, ter contato com a natureza, fazendo essas ações de forma regular, consegue-se evitar o estresse.
  • tenha consciência de que você tem escolha, para o enfrentamento do estresse, buscando o seu tempo de forma produtiva, desviando o foco do estresse em si.
O IMPORTANTE PAPEL DAS EMOÇÕES
  • Emoções positivas e negativas trazem muitas informações de acordo com sua história de vida.
  • Ambas são necessárias para o enfrentamento dos desafios que surgem na vida.
  • Precisa ter cuidado com os extremos dessas emoções, justamente para evitar que as reações surjam de forma automática e não de forma consciente.
  • Praticar atenção plena é muito importante para identificar o que acontece conosco e responder de forma apropriada.
  • Observe as técnicas e ferramentas para lidar com ambas as emoções.
REFERÊNCIAS:
CURSO DE PSICOLOGIA POSITIVA 1.0 E 2.O da teoria à prática.
Seção 3 - Emoções Negativas - Aulas: 23 à 39
Juliana Zellauy Feres 
Especialista em Psicologia Positiva pelo Instituto de Psicologia Positiva e Comportamento.,
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