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terça-feira, 10 de novembro de 2020

Estresse

 

Fisiologia do estresse

  • Selye foi o primeiro a usar o termo estresse.
  • Teve duas ideias importantes
    • O corpo tem uma resposta notavelemnte semelhante a muitos estressores diferentes.
    • Os estressores, às vezes, podem deixar as pessoas doentes. O estresse crônico e persistente influencia a vulnerabildiade da pessoa a doenças.
  • Pesquisadores estabeleceram conexões entre o estresse e muitas doenças físicas e psicológicas (Cãncer, cardiopatias, artrite, asma, depressaõ, etc).
O que é o estresse?
  • É parte da vida.
  • quando sobrecarrega nossos recursos de enfrentamento, o estresse pode prejudicar nossa saúde.
  • Todos vivem estresses no dia a dia.
  • Tem origem em várias vias: escola, trabalho, família, amigos.
  • Os psicólogos não encontram facilidade em produzir uma definição adequada para o estresse.
  • Os psicólogos da saúde determinanram que os estressores são eventos ou situações difíceis que desencadeiam adaptações de enfrentamento na pessoa.
  • estresse é um processo pelo qual a pessoa percebe e responde a eventos que considera desafiadores ou ameaçadores.
  • Um estressor significativo para uma pessoa pode não ser nada de mais para outra.
  • O estresse precis aser compreendido numa abordagem biopsicossocial.
Estresse
  • O estresse crônico e persistente influencia a vulnerabilidade da pessoa a doenças, e se tornou um dos grandes temas na Psicologia da Saúde.
  • Pesquisadores estabeçeceram conexões entre estresse e muitas doenças f[isicas e psicológicas.
  • O estresse geralmente ocorre em tempo real, como quando você é forçado a lidar com as demandas da escola, trabalho, da família e amigos.
  • às vezes, ele persiste por um longo epríodo, como quando a pessoa perde um ente qerido ou é forçada a se aposentar.
  • Os psicólogos da saúde determinaram que os estressores são eventos ou situações difíceis que desencadeiam adaptações de enfrentamento na pessoa.
  • O estressor é um processo pelo qual a pessoa eprcebe e repsonde a eventos que considera desafiadores ou ameaçadores.
  • Um estressos signficativo - evento catastrófico, são exemplos reais de estresse, coo estímulo e resposta. O evento desencadeia o comportamento de enfrentamento é o estressor (o estímulo) e a pessoa que tenta escapar do evento ou tenta compensar pela destruição que ela causa é exemplo de resposta.
Maneiras efetivas de lidar com o estresse:
  • Os processos biológicos que ocorrem quando sentimos estresse podem diferir um pouco conform a fisiologia singular e os níveis de atividades fisiologica de cada individuo
  • As influências psicológicas afetam a maneira comoa valiamos situações desafiadoras - seja controláveis (não estressantes) ou incontroláveis ( estressantes) com base em nossas personbalidades e experiência de vida.
  • Influências sociocuilturais singulares afetam a maneira como avaliamos o estresse oriundo de muitas fontes diferentes: catástrofes, problemas cotidianos, estresse ambiental, trabalho e família.
  • Hans SElye e Walter Cannon, introduziram o termo estresse à medicina.
  • Cannon observou que valores extremos de temperatura, falta de oxigênio e incidentes que produzem excitação emocional provocam um efeito excitante semelhante no corpo, ele foi o primeiro a chamar esse efeito de estresse e acreditacva que fosse uma causa comum de problemas médicos.
  • A partir de uma perspectiva evolucionista, tal sistema de resposta emergencial parece muito funcional e adaptativo e, sem dúvida, foi essencial para a sobrevivência de nossos antepassados em épocas em que os seres humanos enfrentavam inímeras ameaças físicas e tinham de lutar e fugir.
Como o estresse deixa a pessoa doente? 
Psiconeuroimunologia...
  • campo de pesquisa que enfatiza a interação a interação entre processos psicológicos, neurais e imunológicos no estresse e na doença.
  • refere-se a uma integração das relações entre emoções, imunidade e doença.
  • o estresse também está ligado a redução da resistência imunológica a infecções virais.

A duração do estresse
  • A capacidade de recuperação depois de uma experiência estressante influencia muito o ônus total que a experiencia exerce sobre o individuo.
A Síndrome de adaptação geral de Selye.
  • Selye contribuiu significativamente para o entendimento da relação entre o estresse e a doença.
  • Criou o conceito de "resposta nçao específica do corpo a qualquer demanda".
  • Chamou a reação do corpo ao estresse de Sindrome de adaptação geral.
Síndrome de adapatação geral possui três estágios:

Estágio 1 - Reação de alarme
  • mesma resposta de luta ou fuga de Cannon.
  • A intensidade da reação do alarme depende do grau em que oe vento pe percebido como uma ameaça.
Estágio 2 - Estágio da Ressitência
  • quando uma situação estressante persiste, a reação do corpo progride para esse estágio.
  • Excitação fisiológica permanece alta mas não tão alta como na reação de alarme.
  • há um decrescimo na capacidade do individuo de enfrentar eventos e problemas cotidianos.
  • as pessoas ficam irritadas, impacientes, mais vulneráveis a problemas de saúde.
Estágio 3 - Estágio da exaustão
  • estapa final síndrome de adaptação geral.
  • a situação estressante persiste
  • não é possível mais resistir ao estresse
  • a energia do corpo fica axaurida.
  • se continuar o estresse pode ocorrer doenças e deteriorização física.
  • pode levar a morte.
Doenças da adapatação segundo Selye:
  • reações alérgicas,
  • hipertensão
  • resfriados comuns
  • patologias mais graves causadas por deficiência imunologica.
Referências:
Psicologia da Saúde de Straub

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Seção 3 - Emoções Negativas / Psicologia Positiva

PSICOLOGIA POSITIVA 2.0 
  • É  a  evolução da Psicologia Positiva.
  • Não adianta trabalhar exclusivamente com emoções positivas.
  • É necessário trabalhar também com as emoções negativas, já que todas elas trazem em si, um aspecto positivo, uma razão de ser, Elas existem para nos autopreservar.
As emoções negativas se tornam um problema quando estão em desequilíbrio, quando começam a nos controlar, controlar nossa vida. Para evitar que isso aconteça é preciso trabalhar a MENTE SÁBIA, que é a intersecção entre nossa mente racional e a nossa mente emocional. A MENTE SÁBIA é o equilíbrio entre esses dois extremos.
  • Emoção negativa à flor da pele, te dominando, é preciso racionalizar um pouco para conseguir colocar as coisas de volta ao eixo, dominando a emoção que antes estava te dominando.
EMOÇÕES NEGATIVAS:
FRUSTRAÇÃO
  • É uma resposta emocional que a gente tem quando as nossas expectativas diferem da realidade, decepcionando a pessoa. Passa a mensagem de alerta para  que a gente não se reaproxime dos nossos objetivo iniciais.
Aspectos comuns de pessoas que sentem frustração muito frequentemente: 
  • Nunca conseguem ver o lado positivo ( são os pessimistas). O Antídoto é trabalhar a mudança de perspectiva, começando a olhar a situação de outra forma. embora não seja fácil, com o suos adequado da técnica de mudança, vai conseguindo usar no seu dia a dia, transformando isso em relação às pessoas, como um hábito.
  • Busca sempre a perfeição como se existisse a perfeição. A tentativa de deixar sempre tudo do jeito que a pessoa quer ou gostaria, traz sempre a frustração, pois a possibilidade da expectativa da realidade bater com a expectativa dela é menor. O Antídoto é trabalhar a aceitação de que nem tudo será perfeito, nem sempre será do jeito que gostaria, e tudo bem ser assim. O importante é fazer o melhor de si.
  • Têm dificuldade de lidar com os desafios da vida. O Antídoto é trabalhar a resiliência através de práticas meditativas, do mindfulness, ampliando a sua percepção a respeito de si mesmo, das pessoas ao seu redor, lidando de uma forma mais serena com as dificuldades da vida.
TÉCNICA PARA LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO
  • Lembre de uma frustração que viveu em sua vida, como se estivesse revivendo agora.
  • Quais as sensações durante a frustração?
  • Além da frustração haviam mais alguma emoção envolvida?
  • Você acha que a resposta que deu para essa situação foi sensata ou foi desproporcional em relação ao que você viveu?
  • O que exatamente você queria controlar na situação? Observe mais fundo para perceber o que deseja realmente controlar.
  • Pense se é passível de controle aquilo que deseja realmente controlar?
  • Reflita qual a sua responsabilidade nessa situação? Quais as suas falhas?
  • O que pode fazer a respeito?
  • Qual o seu objetivo maior nessa situação? Ser feliz ou estar certo? Ter um bom relacionamento com a pessoa? Pense num plano de ação para consertar a situação que viveu e para que ela não se repita no futuro.
RAIVA
  • É uma tentativa de controlar alguma coisa, similar à frustração, mas pode ser sentida como ameaça física ou psicológica.  
  • É de difícil controle porque sempre tem motivos para senti-la, se utilizando de argumentos convincentes de que se tem razão para senti-la.
  • Ajuda a pessoa a impulsionar e superar o que está prejudicando-a; estabelece limites e quando está num grau mais baixo, é conhecida como MAU HUMOR.
COMO LIDAR COM A RAIVA
  • Primeiro é preciso ataca-la logo no início para que não se desenvolva, tornando-se mais difícil seu controle. Para isso, precisa parar de ruminar os motivos que te levaram a sentir raiva, procurando fazer outra coisa, procurando focar totalmente sua atenção naquilo que está fazendo, e não fazer automaticamente, com o pensamento na raiva, ruminando os motivos para senti-la. Esfriar a raiva não é negar a raiva. Tudo aquilo que você resiste, persiste.(Jung)
  • Segundo, comece a contestar e reavaliar a situação de uma maneira mais fria, quando esse sentimento estiver esfriado. extravasar a raiva não é uma boa maneira de acabar com ela. Quando a gente extravasa a raiva só faz ela aumentar de tamanho, e não resolve a situação, podendo levá-la para uma situação que se chama SEQUESTRO EMOCIONAL, que é deixar a raiva totalmente no controle e você depois nem lembra o que você estava fazendo. A raiva aí, acaba conduzindo todas as suas ações.
COMO CANALIZAR A RAIVA DE FORMA POSITIVA
  • Canalizar a raiva de forma positiva, é usar o sofrimento que esta lhe causa, positivamente.
  • Não definir nada quando estiver sentindo raiva. Resista a vontade de responder na hora. depois mais calmo, pense a melhor estratégia de responder.
  • Use a técnica de três passos para  a Estabilidade Emocional (App Insight Timer)
  • Faça práticas meditativas de forma regular, para manter a serenidade. Não vai deixar de sentir raiva, mas vai conseguir responder a raiva de forma mais consciente e serena.
  • As técnicas podem ser usadas para várias emoções negativas, ou para se preparar para conversas difíceis.

TÉCNICA PARA LIDAR COM A RAIVA
  • Lembre de uma raiva que sentiu em sua vida, como se estivesse revivendo agora.
  • Quais as sensações durante a raiva?
  • Além da raiva haviam mais alguma emoção envolvida?
  • Você acha que a resposta que deu para essa situação foi sensata ou foi desproporcional em relação ao que você viveu?
  • O que exatamente você queria controlar na situação? Observe mais fundo para perceber o que deseja realmente controlar.
  • Pense se é passível de controle aquilo que deseja realmente controlar?
  • Reflita qual a sua responsabilidade nessa situação? Quais as suas falhas?
  • O que pode fazer a respeito?
  • Qual o seu objetivo maior nessa situação? Ser feliz ou estar certo? Ter um bom relacionamento com a pessoa? 
  • Pense num plano de ação para consertar a situação que viveu e para que ela não se repita no futuro.
TÉCNICA DE "PERCEPÇÃO DE POSICIONAMENTOS".
  • Baseada em Programação Neurolinguística.
  • Pode ser usada como preparação para conversas futuras.
  • O objetivo dessa técnica é perceber o ponto de vista do outro, percebendo exatamente o que acontece na situação, e responder à raiva de forma apropriada.
  • Lembre de uma raiva que sentiu em sua vida, como se estivesse revivendo agora.
  • Além da raiva haviam mais alguma emoção envolvida? 
  • Dê um nome para essa emoção, registre se necessário.
  • Qual a razão para se sentir com raiva?
  • Dê um passo para traz como se estivesse saindo do corpo, e observando de fora você e a pessoa pela qual sente raiva.
  • Agora entre na outra pessoa e observe as necessidades dessa pessoa, porque ela sente isso, como ela se sente? O que ela quer exatamente?
  • sai do corpo dessa pessoa, e volte para fora do seu corpo e do corpo da pessoa, olhando de fora, como você acha que poderia agir melhor nessa situação?
  • Agora volte para dentro de seu corpo, e perceba se mudou essa emoção. Você sente alguma coisa diferente? Essa emoção é mais gerenciável agora do que quando começou ? Que lição você aprendeu? O que você aprendeu? Qual sua nova visão? Como pode coloca-la em prática?
DOR E SOFRIMENTO
  • Se trata aqui de dor física. Todos sentem dor de alguma forma. aquele que não sente dor possui uma doença chamada ANALGESIA CONGÊNITA. Poucas pessoas no mundo têm essa doença, e geralmente quem a tem, acaba sofrendo uma série de acidentes e não percebe, o que pode ser bem perigoso, como por exemplo, uma pessoa se queimar e não se dá conta de que queimou.
  • A dor física funciona como uma autopreservação. O seu papel é buscar a cura para algo.A pessoa sente algo muito ruim justamente porque seu corpo está sinalizando para você nunca mais fazer aquilo, preservando-o da dor.
  • Dor e sofrimento, um pode gerar o outro. Por exemplo, uma dor física pode acabar se tornando um sofrimento psicológico. da mesma forma, um sofrimento psicológico, como estresse, pode causar dor física, seja através de úlcera, por exemplo.
  • Qualquer situação pode gerar sofrimento já que ele é subjetivo varia de pessoa para pessoa. uma pessoa que tenha medo de animal, ao vê-lo pode sofrer.  A intensidade do sofrimento pode variar conforme a sua interpretação daquela situação. Saber disso não acaba com o sofrimento, mas há técnicas que podem ser usadas para amenizar ou acabar com esse sofrimento.
A EQUAÇÃO DO SOFRIMENTO
  • Essa equação define seu nível de sofrimento em relação a uma determinada situação.
  • DOR x RESISTÊNCIA (NÃO ACEITAÇÃO) = NÍVEL DE SOFRIMENTO
  • Numa escala de 0 a 10, dê uma nota para sua dor e para a sua resistência em relação a essa dor.
  • Os números irão mostrar que quanto maios a resistência, maior o sofrimento. Quando menos a resistência, menor o sofrimento.
  • Aceitação não significa aprovação, porém a não aceitação ou resistência muitas vezes favorece o desenvolvimento em algumas situações, como por exemplo, no caso de injustiça sociais.
  • Aceitar é compreender que a situação é como é e não poderia ser diferente.
  • Nosso maior desafio é conseguir detectar aquilo que pode ser mudado e aquilo que não pode ser mudado.
Diante daquilo que não se pode controlar, é possível ter três atitudes diferentes:
  • PASSIVIDADE ou RESIGNAÇÃO - a vida é assim, dessa forma, não posso fazer nada a respeito disso.
  • NEGAR ou PARTIR POR CONFRONTO - não  aceita, sente raiva  e parte para o confronto.
  • ACEITAÇÃO que é ter consciência de sua parcela de responsabilidade sobre aquilo, e não agir nem a mais nem a menos, o que não significa que você aprova.
Todas as pessoas sofrem na vida, não se pode ter poder sobre o sofrimento, evitando-o mas, podemos ter poder sobre o que vamos fazer com esse sofrimento.

DICAS PARA LIDAR COM O SOFRIMENTO
  • Evite a ruminação. Os sofrimentos do passado não são determinantes na vida adulta. Ficar ruminando por toda a vida sofrimentos do passado, de maneira inapropriada, vai causar sofrimento.
  • Pensar sobre os sofrimentos: são válidos? faz sentido ficar retornando a eles? quais as suas opções em lidar com esse sofrimento? ele te trouxe algo positivo? aprendeu alguma coisa, se tornou mais forte ou mlehor a partir do sofrimento?
  • evite supervalorizar os sofrimentos da vida, pois trouxeram características importantes para que você se tornasse quem você é.
  • Lembrar que tudo é impermanente, tem um fim, tudo passa, tudo muda.
  • convide a felicidade para entrar na sua vida, fazendo coisas que te fazem feliz, tanto a felicidade eudônica, como eudaimônica. cultive ações, atitudes, relacionamentos que te fazem feliz de alguma forma. A felicidade não cai do céu, é preciso busca-la constantemente.
  • Acesse a pratica lugar perfeito para recarregar energias ( App ght Timer) para tudo que precisa turbinar na sua vida nesse momento, autoconfiança, tranquilidade, equilibrio emocional.
ANSIEDADE E MEDO
  • ANSIEDADE é um estado de apreensão, uma antecipação de uma situação desagradável ou perigosa. É uma vigilância para detectar essas ameaças e fazer você pensar em formas de como você pode lidar melhor com elas, projetando várias soluções. 
  • MEDO é uma resposta de eventual perigo.
  • ambos causam uma reação em nosso organismo, diante de situações de perigo real ou percebido, preparando a gente para dar uma resposta diante desses desafios.
  • O problema está em quando a ANSIEDADE  e o MEDO ESTÃO FORA DE CONTROLE:  isso acontece quando acontecem com ALTA REGULARIDADE, INTERFERINDO EM NOSSAS VIDAS E EM NOSSOS RELACIONAMENTOS. Ainda quando se apresentam de forma desproporcionais às situações que a pessoa está vivendo, podendo ocasionar um distúrbio, o que requer ajuda médica.
  • Pessoas ansiosas ficam se preocupando com problemas que nem existem e que muitas vezes nem vão existir. É muito causada pelas conexões da vida moderna, de sentir que não pode desligar, com isso questões como: cuidar de si, curtir alguém que gosta, saborear uma boa comida, seu animal de estimação, acabam ficando de lado. 
  • A forma de lidar com essa ansiedade é procurar estar no presente, exercitar sua atenção plena do momento.Cultivar sua presença, atenção plena. Desenvolver relações e conexões profundas que te façam bem.
  • dentre os três sistemas neurobiológicos, o terceiro dele é o de calma e tranquilidade que ajuda a combater a sensação de ansiedade que sentimos o tempo todo quando não focamos nossa atenção no presente.
  • Passado e futuro não existem. O futuro não aconteceu. O passado é criação da mente humana, e e suas memórias vão sendo moldadas a medida que o tempo passa. Por isso é preciso focar no presente.
  • A melhor forma de lidar com o medo é assumindo o que você sente
  • Observe o que é esse medo.
  • Quais as situações que desencadearam ou reforçaram esse medo?
  • Tratando-se de fobias é preciso buscar ajuda médica.
DICAS PARA LIDAR COM A ANSIEDADE E O MEDO

PARA LIDAR COM ANSIEDADE ...
  • Primeiro, perceba que seus pensamentos são apenas pensamentos, eles não refletem necessariamente a verdade.Assim como as emoções, os pensamentos são apenas eventos mentais. Você não é o seu pensamento, você consegue observar eles, observar suas emoções.
  • Segundo, racionalize esse pensamentos e essa emoção de ansiedade., observando se é útil,: pode ser útil quando identifica os seus potenciais e ameaças no seu cenário futuro, para que você possa se preparar para enfrentá-lo e lide melhor com cada uma das situações que possam surgir
  • Numa crise de ansiedade, a primeira coisa que se deve fazer é mudar o foco da sua atenção, ou com algo ou prestando atenção na sua respiração. Não precisa mudar o ritmo  dela, observando se está mais curta e rápida ou mais lenta e profunda.A respiração determina o estado emocional, que determina o ritmo da respiração. Por exemplo, quando esta chorando, tristeza profunda, seu corpo naturalmente age de forma involuntária e ao contrário, quando você esta com raiva, você expira. A respiração mais longa profunda, a gente acalma seu estado mental.
  • é preciso pensar se é real aquilo que esta sentindo e o que fazer para sair dela.
TÉCNICA RAIN

R - Reconhecer ( o que está vivendo ou sentindo de forma gentil.)
A - aceitar  ( o que se está vivenciando no momento)
I  - Investigar ( por que esta sentindo,. é realista, faz sentido?)
N - Não se identificar ( não se apegar, lembrando que pensamentos e emoções não são você e pode observá-los)

TÉCNICA PARA LIDAR COM ANSIEDADE E O MEDO
  • Feche osa olhos e pense em uma situação de ansiedade ou medo que tenha vivido.
  • Lembrando como se estivesse vivenciando nesse momento, observe o que você está sentindo no momento.
  • Perceba onde esse sentimento está localizado fisicamente no seu corpo.
  • Crie uma versão de você mesmo, mais sábio, mais calmo, mais tranquilo, se afastando de seu corpo e olhando a situação de fora.
  • Reveja essa situação. O que está acontecendo?
  • Pense no que você gostaria de dizer para você mesma que está vivendo essa situação.
  • Repita o processo criando uma segunda versão ainda mais sábia de você. 
  • O que essa segunda versão mais sábia, diria para a primeira versão e a versão da situação inicial.
  • Fique nessa segunda versão até que se sinta forte e firme o suficiente para lidar com a situação.
  • Fale para as duas primeiras versões, o que elas precisam ouvir de você,com amorosidade, com sabedoria, para que elas possam lidar melhor com essa situação nesse momento.
  • Quanto mais você fica junto a essa ultima versão, mais você se fortalece.
  • Volte para a segunda posição, e depois para a primeira posição, levando consigo a sabedoria que trouxe da última posição.
  • De volta a primeira posição, como você se sente? O que você aprendeu?
Técnicas de visualização ou imaginação são muito usadas entre atletas de alta performance, profissionais, executivos, músicos, exatamente, porque nosso cérebro não sabe distinguir o que é real daquilo que é irreal. O organismos responde como se estivesse vivendo aquilo.

INVEJA
  • É desejar o que o outro tem.
  • É um sentimento de inferioridade, um desgosto diante da felicidade do outro.
  • é um dos sete pecados capitais ( Catolicismo);
  • Dá aquele sentimento de inferioridade de culpa, de vergonha quando a gente sente ela, por isso, é bem difícil se admitir estar sentindo inveja.
  • Traz uma mensagem importante, que aponta o que você quer para sua vida.
  • é uma oportunidade de analisar pessoas ou situações para perceber o que você deseja para sua vida, porém é preciso elaborar estratégias e ter constância para conquistar tudo que desejar.
  • se o outro tem significa que você também pode ter. A questão é você fazer o movimento de conquistar também aquilo que deseja. acreditar no seu potencial. Isso é o mais importante em relação à inveja.
  • Nem sempre conquistamos o que desejamos de forma imediata. É preciso planejar, dar um passo por vez, para se chegar no que se deseja.
  • A felicidade existe para todos, mas não cai do céu. É preciso empreender os esforços necessários para conquistá-la. Quando a gente compreende isso, compreendemos também que podemos ficar felizes mediante a felicidade do outro também.
COMO LIDAR COM A INVEJA
  • Primeiro é preciso não negar esse sentimento. É preciso acolhe-lo e aceitá-lo.
  • Todos sentem inveja, não precisa se sentir inferior, nem vergonha, é normal.
  • A inveja está ali por um bom motivo. Está passando uma mensagem que você pode usar a seu favor.
TÉCNICA PARA LIDAR COM A INVEJA
  • Lembre-se detalhadamente, de uma situação em que você sentiu inveja.
  • Anote o que você sentiu naquele dia ou situação?
  • Saia daquela situação, pare de viver ela em primeira pessoa, e numa segunda pessoa, observe o que estava acontecendo ali ao seu redor.
  • Com a nova perspectiva o que exatamente, está acontecendo, o que você inveja no outro, o que está querendo conquistar que te falta, qual a necessidade não atendida. anote todos os seus insights.
  • Como observador externo, crie uma nova perspectiva sobre a situação, se descolando desse sentimento de inveja, enquanto observador.
  • Identifique se existe alguma necessidade não atendida.
  • Como você pode suprir essas necessidades que lhe faltam?
  • Que atitudes você pode tomar para atendê-las?
  • Tome isso como um compromisso, planeje, crie metas para alcançar.
MÁGOA OU RESSENTIMENTO
  • São diferentes do sofrimento porque não são tão intensas, mas são mais duradouras, pois a pessoa fica remoendo o sentimento, a ferida nunca cicatriza.
COMO LIDAR COM ISSO?
  • Racionalize um pouco, pense sobre o que está fazendo consigo. quando a feirca começa a cicatrizar, abre de novo e assim continua.
  • Atue na causa raiz, quanto mais demora de cicatrizar, mais profunda vai ficando a ferida.
  • Tenha uma postura amorosa consigo e com o outro.
  • Busque uma conversa pacífica com a outra pessoa para reparar os danos causados.
  • a RECONCILIÇIAÇÃO OU PERDÃO deve atender aos dois lados, escutar os dois pontos de vista, expor de forma não agressiva o que eles sentem e qual a necessidade não atendida.
TÉCNICA DE MARSHALL ROSEMBERG: COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA
  1. Observar sem julgar. Resgatar o que acontecei sem julgar nem se vitimizar.
  2. Identificar os sentimentos envolvidos nas duas partes.
  3. Identificar as reais necessidades não atendidas.
  4. Ver relação de necessidades não atendidas universais.
  5. Expor o que sente colocando suas necessidades com amorosidade.
  6. resolva a situação, perdoe, e segue em frente.
  7. Se não conseguir fazer sozinho, peça ajuda profissional.
ESTRESSE
  • Resposta natural do nosso organismo, diante de qualquer demanda ou pressão externa. 
  • Faz mal às pessoas quando elas o percebem como algo ruim. Isso vai determinar o nível de nosso estresse. 
  • Exemplos: metas de trabalho podem ser positivas, por serem estimulantes,  mas para outros, pode ser um estressor. Isso é uma questão de percepção, de lidar da melhor forma possível com o estresse.
  • A melhor forma de lidar com o estresse é praticar algumas ações de forma regular: práticas meditativas, praticar esportes,dormir bem, nutrir boas relações sociais, ter contato com a natureza, fazendo essas ações de forma regular, consegue-se evitar o estresse.
  • tenha consciência de que você tem escolha, para o enfrentamento do estresse, buscando o seu tempo de forma produtiva, desviando o foco do estresse em si.
O IMPORTANTE PAPEL DAS EMOÇÕES
  • Emoções positivas e negativas trazem muitas informações de acordo com sua história de vida.
  • Ambas são necessárias para o enfrentamento dos desafios que surgem na vida.
  • Precisa ter cuidado com os extremos dessas emoções, justamente para evitar que as reações surjam de forma automática e não de forma consciente.
  • Praticar atenção plena é muito importante para identificar o que acontece conosco e responder de forma apropriada.
  • Observe as técnicas e ferramentas para lidar com ambas as emoções.
REFERÊNCIAS:
CURSO DE PSICOLOGIA POSITIVA 1.0 E 2.O da teoria à prática.
Seção 3 - Emoções Negativas - Aulas: 23 à 39
Juliana Zellauy Feres 
Especialista em Psicologia Positiva pelo Instituto de Psicologia Positiva e Comportamento.,
Plataforma Udemy

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Terapia Estrutural de Minuchin

ESTRUTURA FAMILIAR
  • Conjunto invisível de exigências funcionais que organiza as maneiras pelas quais os membros da família interagem.
  • Quando essas transações se repetem estabelecem padrões de como, quando e com quem se relacionar, e esses padrões reforçam o sistema.
  • O sistema familiar diferencia e leva a cabo suas funções através dos subsistemas, sendo cada indivíduo um subsistema  dentro da família. 
  • Subsistemas são formados por geração, sexo, interesse ou por função.
  • Fronteiras de um subsistemas são as regras que definem quem participa e como.

OBJETO DE ESTUDO 


Minuchin foca na família nuclear e na estrutura do sistema familiar em análise, observando os seguintes aspectos:
  • as regras da família
  • como as regras são comunicadas entre os membros da família
  •  como os papéis estão definidos no sistema
  • relaciona as normas e os papéis no sistema.
As intervenções são centradas no problema do sistema. Quando o sistema está homeostático, ou seja, não há disposição dos membros para buscar elementos externos de mudança do sistema,  Minuchin intervém com maior ênfase no sistema.

ALIANÇA TERAPÊUTICA

Criada por Minuchin, ocorre quando o terapeuta se alia ao PI, problema identificado do sistema,  fazendo com que o PI se sinta a vontade, com apoio para falar.

CONCEITOS IMPORTANTES
  • Diagnóstico estrutural - leva em conta como essa pessoa se organiza.
  • Estrutura do sistema familiar: FRONTEIRAS;SUBSISTEMAS;SISTEMA DE REPRESSÃO E ESTRESSES.
1. FRONTEIRAS

São as regras que definem  QUEM PARTICIPA de cada subsistema e COMO PARTICIPA.

Determinam quem são os participantes de cada subsistema da família e garantem sua particularidade, possibilitando o funcionamento eficaz do sistema familiar.

Essas fronteiras estão entre um subsistema e outro, como uma linha tênue e invisível entre um subsistema e outro. 

Há três tipos de fronteiras:
  • Fronteiras nítidas - responsável pela construção das relações esclarecidas, onde as pessoas dizem sim ou não objetivamente. Nítida é uma família funcional, tem fronteira mas é acessível, flexível.
  • Fronteiras difusas - quando as relações são complexas e os papéis confusos. Não está clara a função de cada membro da família, havendo um excesso de preocupação e comunicação entre eles. Nesse caso, um subsistema invade outro subsistema. São famílias emaranhadas, sem limites, onde todos fazem tudo.
  • Fronteiras rígidas - as relações são distantes e as pessoas  não se conhecem bem. Excesso de limites. família desligada uns dos outros. Foco na regra e não no afeto.

2. SUBSISTEMAS

É a partir da identificação desses subsistemas que o psicólogo consegue identificar se o sistema está funcional ou não.

Exemplos: 
  • Relação entre pais e filhos, o papel de parentalidade é um subsistema.
  • Relação entre irmãos, o papel fraternal é um subsistema.
  • Relação entre marido e mulher, o papel conjugal é um subsistema.
Cada membro tem o seu subsistema. Analisa-se as conexões entre os membros da família para identificar os subsistemas, ou seja, analisa os papéis de cada um para identificá-lo no sistema.
Há famílias que não têm todos os 4 subsistemas: 
  • CONJUGAL - prevê uma reciprocidade, uma conexão, sempre juntos, apoio mútuo.Ocorre entre marido e mulher. Está disfuncional quando deixam de compactuar desses mesmos objetivos.
  • PARENTAL - proteção, limite,  intuição, nutrição (alimentação e abrigo) e socialização (relação com outras pessoas). Sempre ocorre do pai para o filho ou da mãe para o filhoEstá disfuncional quando os pais não conseguem prover esses objetivos.
  • FRATERNAL - Primeiro laboratório social, ter um irmão, com o qual aprende a competir e dividir. Ocorre entre irmãos. Está disfuncional quando os irmãos não conseguem resolver entre si, nada.
  • EXECUTIVO - pode ser composto por qualquer membro da família. Para identificá-lo é preciso observar: quem paga as contas; quem são os provedores da famíliaEsse subsistema interfere em todos os outros subsistemas da família.

3. SISTEMA DE REPRESSÃO

Refere-se ao que reprime a família; o que organiza a família num determinado formato; as orientações são a forma de repressão.  

Há duas formas de SISTEMA DE REPRESSÃO:
  • GENÉRICO - estabelecido pela sociedade, porém cada contexto tem sua própria regra, levando-se em consideração as questões culturais. É generalista, universal, traz expectativas que não são  expectativas daquela família.  Exemplo: é genérico que o pai queira que o filho seja protegido pelos pais.
  • IDIOSSINCRÁTICO - os papéis são eleitos pelos próprios membros do sistema, envolvendo expectativas mútuas dos indivíduos da família, onde os padrões permanecem automaticamente, como uma acomodação mútua dada a eficácia funcional, ou seja, o conjunto das expectativas são compartilhadas com o sistema familiar. Exemplo:  Quando uma mãe espera que um filho resolva um problema emocional dela, é idiossincrático.
4. ESTRESSE

O estresse acontece quando se atribui ao problema uma origem, quando se sabe que, na CIRCULARIDADE o problema está em todas as partes do sistema, não apresentando uma causa específica. Contudo, a família identifica o problema (PI)  entre os membros da família.

Há 4 tipos de estresses: 

1º Contato com uma força externa

Pode ocorrer um EVENTO EXTERNO  com algum dos membros do sistema, e este acaba levando essa força externa para dentro do sistema. Exemplo: um dos membros perde o emprego. Ao levar para casa a notícia da perda do emprego, estará levando aos demais o problema do desemprego.

2º  Força externa em contato com toda a família

Um deslizamento de terra(força externa) impactando sobre toda a família.

3º Estresse de ponto de transição

Estressores relacionados ao ciclo vital. A família está transitando  no contexto de vida: mortes, nascimento, casamento, faixa-etária, fase adulto, divórcio, etc.

4º Estresse por questões idiossincráticas

Questões idiossincráticas: exemplo um filho autista. O estressor é criado pelo próprio sistema, pois tem família que não tem problemas em ter um filho autista, e outras tem, como a não aceitação.


ACOMODAÇÃO NO PROCESSO TERAPÊUTICO

É o início de qualquer terapia na sistêmica, onde o cliente entra, senta e o psicólogo se sente convidado a entrar no sistema. A família entende que o psi é parte do sistema, ou seja, uma forma de aliança que o psi faz com a família. O psi só faz parte do sistema, como membro, quando a família fala uns com os outros como se estivesse em casa. Nem sempre esse entrosamento acontece na primeira sessão, e se por ventura, não acontecer, o psi fica impossibilitada de atendê-los, devendo encaminhar para outro profissional. O espaço terapêutico é um campo de diagnóstico. Nunca sente primeiro que a família. Deixe-os sentar antes e observe os locais onde sentam, se sentam junto a alguém, se sentam separados de alguém, podendo verificar onde estão as alianças e os conflitos.

Após a acomodação, o psi inicia as alianças. O psi se alia ao PI para que ele se sinta apoiado, e livre para falar, devolvendo o que o psi diz para o sistema, a fim de atiçar o conflito, ou seja, causando estresse. A aliança com o PI traz estressores a forra e tira todos os membros da acomodação.

Minuchin sugere iniciar a aliança pelo PI, e depois tira o estresse do PI e joga no sistema, já que pertence a todos os membros, passando a compartilhar do estresse.  Ele chamou isso de escalonamento do estresse, que é necessário porque a maioria das pessoas chegam no consultório com o PI definido.

As TROCAS DE PAPÉIS possibilitam que um veja o outro como ele é, e se perceber através do outro.
As METÁFORAS ajudam quando fazem sentido pra a família.


Aula do dia 25/10/2019

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Emoções


"As emoções são respostas adaptativas do nosso corpo. Elas dão suporte à nossa sobrevivência. Quando enfrentamos desafios, as emoções põem nossa atenção em foco e energizam nossas ações." (Cyders & Smith, 2008 apud Myers & Dewall, 2017, p.375)

As emoções são subjetivas e reais, pois são respostas fisiológicas do nosso corpo. E,  assim como todos os fenômenos fisiológicos, tais com o visão, sono, memória, sexo, etc, pode ser abordados sob três perspectivas:
  • Fisiologicamente
  • Comportamentalmente
  • Cognitivamente
Os psicólogos tentam entender como esses três aspectos interagem no contexto das emoções. E é através das teorias históricas das emoções que tem se buscado essa resposta.

A Teoria de James-Lange, afirma que a excitação precede a emoção. A excitação em verdade é o estímulo fisiológico que vai desencadear a emoção.  De acordo com Willian James e Carl Lange:
  • Quando CHORAMOS(estímulo ou excitação) ficamos TRISTES (emoção).
  • Quando BRIGAMOS (estímulo ou excitação), ficamos TRISTES (emoção)
Já a Teoria de Canon-Bard, afirma que o coração começa a disparar quando começamos a sentir o medo. O estímulo viajou pelo sistema nervoso simpático e provocou a excitação. Ao mesmo tempo, seguiu para o córtex cerebral despertando a consciência para a emoção. Para Canon e Bard as respostas fisiológicas e a emoção ocorrem simultaneamente.

Por outro lado, a Teoria dos dois fatores de Schachter e Singer propõe que a excitação + rotulação geram a emoção, onde para se experimentar uma emoção é preciso estar fisicamente desperto e rotular cognitivamente a excitação.

Os neurocientistas estão traçando os caminhos neurais das emoções, para tanto, sabe-se que nossas emoções podem seguir duas vias cerebrais diferentes:

1) Os estímulos sensoriais podem ser roteados para o córtex, via o tálamo, para análise e depois transmitidos para a amídala
2) ou ainda, diretamente para a amídala ( via o tálamo) quando houver uma reação emocional instantânea.

MEDO, ESTRESSE E ANSIEDADE
  • O medo seria uma reação intensa a algum estímulo aversivo, repentino que desaparece depois de algum tempo e, em seguida, o medo cessa.
  • As vezes o medo pode ser crônico.
  • Quando há algum estímulo que chamamos de aversivo, chamamos o estado emocional de ansiedade.
  • O termo estresse é usado quando se pode identificar a causa geradora.
AMÍDALA 
  • Responsável pelo processamento de todos os sistemas sensoriais.
  • envia mais projeções neurais para o córtex do que recebe, facilitando que os sentimentos tomem conta dos pensamentos, mais facilmente.
  • Se ativa mais , diante de estímulos aversivos aprendidos.
  • Responsável pela aprendizagem do medo.
  • Sua remoção influencia profundamente a emoção de medo:
          a) redução do medo com lobotomia da amídala.
          b) redução da raiva
          c) sua estimulação aumenta essas expressões.

REAÇÃO AFETIVA
  • Sintonização ou irradiação afetiva ocorre quando sintonizamos a nossa emoção com a emoção do outro.
  • Rigidez afetiva ocorre quando a pessoa tem dificuldade de sintonizar com a emoção do outro.
REFERÊNCIAS
MYERS, D.G., DEWALL, C.N. Psicologia. 11ª edição. Editora LTC. Rio de Janeiro. 2017.