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terça-feira, 9 de outubro de 2018

MAX WEBER -Pensador da Sociologia

Pensamento do Weber sobre a RACIONALIADE BUROCRÁTICA que domina a vida dos indivíduos que compõe a sociedades modernas ocidentais industriais e capitalista.

Um dos grandes fundadores da sociologia, achava que deveria estudar as ações sociais como meio de entender as sociedades modernas capitalista.

O CAPITALISMO -  trouxe benefícios materiais mas despersonalizou a sociedade, produzindo um retrocesso grande a essa sociedade pela alienação.

Há na base uma racionalidade que visa apenas eficiência, numa relação de custo X benefício, onde passou a produzir grande volume de bens materiais. Para isso, criam a BUROCRACIA, forma organizada e otimizada de realizar as atividades do governo, visando a eficiência e o custo benefício.
A burocracia é utilizada por organizações hierárquicas e impessoais. exemplo o Estado, as escolas, bancos, ministérios, polícias, etc. Instituições que não ver o indivíduo como pessoa. O sujeito é apenas um número, cpf, que o identifica na sociedade. Essas organizações produzem procedimentos padronizados, aplicado a todos os individuo da sociedade.  O Estado tem que se valer da burocracia para controlar e governar a sociedade capitalista.

Com isso  essa sociedade capitalista, suplantou, colocou de lado, valores culturais, espirituais e religiosos, provocando um desencantamento do mundo o individualismo. O suicídio não é um problema individual,  mas um problema social, que surge da forma de como a gente organiza a nossa sociedade. Porém, afirma que a burocracia é algo inevitável, porque supervisiona a sociedade. A ação social passa a ser pautada pelas metas sociais. O indivíduo tem sua vida voltada para ter status social, produzir e gerar lucro ter renda, a partir das necessidades sociais. O individuo deixa de ter autonomia, está sujeito a burocracia.

AÇÃO SOCIAL - Relacionada a inteligibilidade e a vida social é vista como uma "peça" em que o individuo é apenas um "ator social"

KARL MARX - Pensador da Sociologia



Pensador da Sociologia,  ainda muito discutido na contemporaneidade.  Alemão viveu grande parte do século XIX, formação da sociedade industrial europeia, com uma nova ordem social que surgia na época. Desejava mudar a ordem social que surgia, pois acreditava que tudo passava a ser coisificado na sociedade inclusive as pessoas. Queria mudança e transformação social.


CONTEXTO HISTÓRICO 
  •  Revolução Industrial europeia.
  • Surgimento de nova ordem social.
  • Valorização do TER em detrimento do SER
MACRO SOCIAL
  • É o SUJEITO, porém está preso ao sistema como mercadoria.
  • A mercadoria fica na fronteira entre o interno e o externo
PENSAMENTOS MARXISTA
  • Acreditava que a sociedade capitalista emergente era individualista, e prejudicava a população..
  • Era Socialista científico e acreditava que as leis gerais deveriam garantir o funcionamento da sociedade.
SOCIALISMO CIENTÍFICO
  • Surge se contrapõe às ideais de Hegel de que " a ideia criava a matéria". Para Marx, a "matéria é que cria a ideia", através do uso da DIALÉTICA (Conflito entre ideias).
  • Criticava o CAPITALISMO - achava que quando o mercado regula as relações sociais, tem-se uma inversão de valores.
SOCIEDADE
  • Donos do capital, dos meios de produção - classe burguesa
  • Proletariado- classe de trabalhadores que vendiam sua força de trabalho.

O CAPITAL
  • Meios de produção
  • Condição de poder sobre o outro
  • Dinheiro em progressão, para gerar cada vez mais lucros.
FETICHISMO
  • Mercadoria  deixa de ter valor de uso e passa a ser um fetiche.

IDEOLOGIA MARXISTA
  • Instrumentos de dominação entre uma classe e outra.
  • Conjunto de crenças falsas ou ilusórias que faz com que o indivíduo não perceba ou tome consciência de sua realidade social, onde a classe dominante impõe seus valores sobre a  classe dominada.
ALIENAÇÃO
  • Processo pelo qual os atos de uma pessoa são dirigidos ou influenciados por outros. 
  • O que o indivíduo pensa e faz não é aquilo que ele quer, mas algo que alguém quer que ele faça.
MÉTODO DE MARX - MATERIALISMO DIALÉTICO
  •  A Filosofia da época pressupõe um mundo  sensível e histórico  que serviam como objeto de conhecimento.
  • Contrário a Hegel
  • Razão e história se aproximam ajudando a entender a realidade.
  • Razão era vista como objeto de apreensão da realidade, capaz de construir uma sociedade mais justa.







ÈMILE DURKHEIM -Sociologia.




Auguste Comte, filósofo positivista, deu a ideia de construção da sociologia, mas quem desenvolveu a sociologia foi Èmile Durkheim. Foi ele quem escreveu as regras do MÉTODO SOCIOLÓGICO, propondo o surgimento de uma nova ciência dissociada da Filosofia: SOCIOLOGIA. A sociologia é a ciência que estuda a sociedade.

A ciência exige um método científico, organizado, sistematizado, de forma que possam ser feitos e comprovados os experimentos.  E Durkheim aplica o método científico, empirismo, para estudar a sociedade.

Para isso, Durkheim delimita como objeto de estudo científico o fato social, que   são os modos de pensar, sentir e agir de um grupo social. Via o fato social como uma coisa, que seria o objeto de estudo na sociedade. O fato social é qualquer coisa, que nasce na sociedade, mas tenha influência e relevância para o indivíduo na sociedade. (Ex. manifestações)

Para delimitar um fato social é preciso definir:

·        Se o acontecimento nasceu na sociedade?
      ·        Se tem relevância?
      ·        Se tem influência no indivíduo?
      ·        A abordagem deve ser sistemática e metodológica (Empirismo)

Exemplos de fatos sociais segundo Durkheim:

·        Manifestações, no estado de..., no ano... (fato social)
       ·        Livro: O suicídio – aponta o suicídio como um fato social.
       ·        Suicídio altruísta – tira a vida em prol da sociedade Ex. Homem bomba.
       ·        Suicidio egoísta – tira a vida por não se encaixar na vida, seja por se sentir inferior, seja por se sentir superior a ela.
       ·        Suicídio anômico (anomia social – sem nome, caos onde nenhuma regra é respeitada) – a crise econômica de XXIX- desemprego, etc, caos social, tira a vida porque já não se ver naquela sociedade.

Para Durkheim haviam dois tipos de solidariedade:

Solidariedade mecânica  ( sociedades tradicionais, porque as pessoas tinham funções mais simples. O trabalhador faz sempre a mesma coisa, exerce sempre a mesma função, trabalho mecânico.

Solidariedade Orgânica ( sociedades modernas e contemporâneas, as funções de trabalho são muito mais complexas, e tendo funções mais complexas, Durkheim associa  a um célula e por isso orgânica.

DIVISÃO SOCIAL DO TRABALHO DE DURKHEIM
Por isso é que Durkheim procurou no campo do trabalho, nos grupos profissionais, um lugar de reconstrução da solidariedade e da moralidade integradoras das quais lhe pareciam tão carentes as sociedades industriais.

O estado de anarquia era fruto da distribuição injusta da riqueza mas, da falta de regulamentação das atividades econômicas.

Vai além da mera produção e reprodução material mais eficiente. Para ele a divisão do trabalho social provém os meios necessários para a subsistência material, além da acumulação e excedentes produtivos.
A divisão do trabalho era algo visto como atividade solidário e recíproco. A solidariedade é o elemento chave da sociedade.

Preocupação de Durkheim: coesão ou interação social.
Queria responder o que leva os indivíduos a viverem em sociedade.
Chegou à conclusão de que a integração social era uma questão de moralidade. De coordenação da atividade individual dentro de um sistema social com base num comprometimento social com regras e normas coletivas.
Observou que a era industrial, a tendência era tornar as pessoas cada vez mais diferentes entre si e moralmente encoraja-las a enfatizar suas diferenças ao invés de reforçar sua individualidade.
Como pode a sociedade se manter coesa se cada indivíduo busca o seu próprio e intransferível interesse?
Busca resposta dentro do processo de diferenciação social. Para ele cada vez mais que as formas de trabalho se tornam cada vez mais fragmentado e especializado as formas relativamente simples das sociedades tradicionais são destruídas. Ao mesmo tempo formam-se formas mais complexas numa nova e mais complexa forma de integração, que é a solidariedade orgânica.

 DOIS TIPOS DE CONSCIÊNCIA 
Existem em nós dois seres: um, individual, “constituído de todos os estados mentais que não se relacionam senão conosco mesmo e com os acontecimentos de nossa vida pessoal”, e outro que revela em nós a mais alta realidade, “um sistema de ideias, sentimentos e de hábitos que exprimem em nós.

  •  Essa consciência comum ou coletiva corresponde ao “conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade [que] forma um sistema determinado que tem vida própria”.
DOIS TIPOS DE SOLIDARIEDADE
    Os laços que unem os membros entre si e ao próprio grupo constituem a solidariedade, a qual pode ser orgânica ou mecânica; de acordo com o tipo de sociedade cuja coesão procuram garantir.

    A solidariedade é chamada mecânica quando “liga diretamente o indivíduo à sociedade, sem nenhum intermediário”, constituindo-se de “um conjunto mais ou menos organizado de crenças e sentimentos comuns a todos os membros do grupo: é o chamado tipo coletivo”. 
O SUJEITO - MORALIDADE E ANOMIA
     Quando a sociedade é perturbada por uma crise, torna-se momentaneamente incapaz de exercer sobre seus membros o papel de freio moral, de uma consciência superior à dos indivíduos. Estes deixam, então, de ser solidários, e a própria coesão social se vê ameaçada.
    O grupo possui, portanto, uma mentalidade que não é idêntica à dos indivíduos, e os estados de consciência coletiva são distintos dos estados de consciência individual
    Está integrado num grupo social, como no Totemismo, em que a moralidade é do grupo e não do indivíduo.

O TRABALHO
     Por isso é que Durkheim procurou no campo do trabalho, nos grupos profissionais, um lugar de reconstrução da solidariedade e da moralidade integradoras das quais lhe pareciam tão carentes as sociedades industriais.
    O estado de anarquia era fruto da distribuição injusta da riqueza mas, da falta de regulamentação das atividades econômicas.

A CULTURA
    a educação “cria no homem um ser novo”, insere-o em uma sociedade, leva-o a compartilhar com outros de uma certa escala de valores, sentimentos, comportamentos.
    Aponta as culturas como primitivas e sofisticadas.
    Cai no Etnocentrismo, que é olhar o outro, a partir de seus valores.