terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Aula de 18/02 - Anotações sobre Presente, passado e futuro da Neurociências.

Anotações: 

Sistema Nervoso Central e Periférico.

  

  • No sistema nervoso estão todos os processos psíquicos e a Psicologia estuda esses processos. Por isso, a Neurociências está presente no contexto da Psicologia.
  • A Neurociência, enquanto conjunto de disciplinas foi descoberta na década de 70, mas passou a ser estudada somente na década de 90. Portanto, tudo que se sabe sobre o cérebro é de 10 a 20 anos para cá.
  • A Neuropsicologia trabalha os processos básicos cognitivos e psíquicos, como a memória, a aprendizagem, as emoções.
  • Sinapses são as comunicações de um neurônio com outro neurônio.
  • Ansiedade é um sistema para que o indivíduo lute ou fuja, mas tem pessoas não adaptativas que acabam paralisando. 
  • A gente só consegue guardar mais informações em nossa memória quando dormimos bem, O sono é fundamental, pois durante o sono ocorrem várias sinapses.
  • AFASIA: A é um prefixo de negação. FASIA diz respeito à fala. Logo, AFASIA é a não fala, dificuldade na fala.
EGÍPCIOS - Imaginavam que havia alguma estrutura do corpo ligada aos pensamentos mas, não nomeavam de cérebro.
GREGOS - acreditavam que o controle era o centro do comportamento, e que, o cérebro resfriava esse centro, como uma  máquina. Aristóteles dizia haver uma "caixa preta" do comportamento.


HIPÓCRATES estudou os nervos a partir da observação de que o indivíduo que sofria uma lesão do lado direito do crânio, sofria uma paralisia do lado esquerdo, e vice-versa.  É ele que vai dizer que o CÉREBRO é a sede da inteligência e responsável por perceber o ambiente.




GALENO concordava com Hipócrates. Ele estudou o cérebro em ovelhas, observando que haviam no cérebro duas partes: uma macia, que supunha pertencer às sensações , e uma mais dura, que sugeriu controlar os músculos. Fez diversas cirurgias no cérebro dos gladiadores, conseguindo observar que haviam NERVOS SENSORIAIS projetados para o CÉREBRO e que, quando afetados, ocasionavam lesões físicas. Sugeriu que as memórias são maiores e conseguem fazer mais sinapses na parte mais macia do cérebro, chamada CÓRTEX. Ele confirmou que existem os NERVOS, e que esses nervos que adentravam o cérebro, eram nervos sensoriais. Galeno confirmou as hipóteses sugeridas por Hipócrates nas cirurgias feitas nos gladiadores, confirmando assim, que as lesões ocorridas no cérebro afetavam os movimentos físicos do outro lado do corpo.

RENASCENÇA - Traz a Teoria de Descartes, que procurou separar a MENTE do CORPO. Descartes observou que a capacidade mental existia fora do encéfalo. Propôs que mecanismos cerebrais controlavam o comportamento, na medida em que se assemelhavam aos animais. 
Levantou a hipótese de que a alma estaria na GLÂNDULA PINEAL, que só existe no CÉREBRO HUMANO. 

Os animais não têm a glândula pineal, portanto, não poderia estar no cérebro, já que ambos, animais e seres humanos têm cérebro. Observou também, que o corpo caloso do cérebro dos humanos era diferente nos animais, sugerindo que a alma estaria nos dois órgãos, glândula pineal e corpo caloso do cérebro humano. O corpo deixa de ser sagrado, com o racionalismo.  Nessa época tentou-se, estabelecer algumas estruturas do cérebro. descartes afirmou ser a glândula pineal o ponto de partida da comunicação entre corpo e a mente. Atualmente, sabe-se que, não há separação entre mente e corpo, tudo está interligado, ambos se comunicam o tempo todo.



O CÓRTEX CEREBRAL  é a capa da camada cinzenta do cérebro. A camada branca é responsável pela transmissão das informações. As capacidades humanas estão no córtex cerebral, portanto, a hipótese de Descartes estava errada, pois não é o tamanho do cérebro, mas a capacidade de memória que o diferencia. A substância branca do cérebro possui neurônios mais compridos, portanto, ocorrem mais sinapses.


Fontes: Google Imagens 
Anotações em sala de aula.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Comportamentos Inatos, segundo Skinner.

A critica parece estar enfocando duas questões: 

1) todo comportamento, para um behaviorista radical, é um fenômeno aprendido durante a ontogênese 
2 ) o behaviorista, então, não acredita na possibilidade de alguns indivíduos nascerem com aptidões, por exemplo, para dança, música. literatura etc. 

Em relação à primeira questão, pode-se argumentar que não é verdadeira na medida em que Skinner explica os comportamentos a partir do modelo de seleção por conseqüências, que é constituído por três níveis de determinação (Andery, 1993). 

No primeiro nível, influenciado pela teoria darwinista. Skinner postula que existem respostas que são selecionadas pelas contingências de seleção natural, ou melhor, selecionadas filogenicamente. Deste processo surgiram os comportamentos ou dons inatos. eventos que foram selecionados a partir da evolução das espécies (Andery. 1993). 

“A corte, o acasalamento, a construção de ninhos e os cuidados com as crias são coisas que os organismos fazem e. mais uma vez. presume-se que fazem por causa da maneira porque evoluíram’’ (Skinner, 2003, p. 34). 

É importante ressaltar que os comportamentos selecionados por contingências de seleção filogenética permitem a interação da espécie humana com o mundo, garantindo sua sobrevivência (Andery, 1993). Sobre isto afirma Skinner (1998), Estas vantagens biológicas explicam certos reflexos em um sentido evolutivo: os indivíduos que provavelmente mais se comportarem de maneira semelhante. presumivelmente tiveram maiores probabilidades de sobreviver e transmitir a característica adaptativa ã prole (p.60). Mas a explicação Skinneriana para a aquisição dos comportamentos não se restringe ao primeiro nível de seleção. 

segundo nível opera sobre o conjunto de respostas no decorrer do período de vida de um indivíduo e o terceiro ocorre à medida que o comportamento é transmitido entre indivíduos (Andery, 1993). 

explicação de comportamentos adquiridos durante a história particular do indivíduo vem do segundo nível de seleção por conseqüência, postulado por Skinner - a ontogénese. Neste processo, a seleção opera sobre o comportamento (ação) do indivíduoO organismo se comporta gerando conseqüências, que por sua vez. controlarão a emissão do comportamento no futuro.

Skinner (1998) em seu livro Ciência e Comportamento Humano afirma: “As conseqüências do comportamento podem retroagir sobre o organismo. Quando isso acontece, podem alterar a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente” (p. 65). Segundo Skinner (1998). o aumento na probabilidade de ocorrência do comportamento está relacionado cora a atuação de reforçadores, que por sua vez. funcionam como instrumento de seleção. 

Quando temos de considerar o comportamento do organismo em toda sua complexidade da vida diária, necessitamos estar constantemente alertas para os reforços que prevalecem e que mantém o comportamento” (Skinner, 1998, p. 109). Isto quer dizer que, durante a vida do indivíduo, existem comportamentos que são fortalecidos por suas conseqüências, ou seja. são instalados e mantidos no repertório comportamental do indivíduo mediante a ação de reforços (Skinner, 2003). 

Além dos comportamentos inatos e dos comportamentos adquiridos pela ação do reforço sobre o comportamento do indivíduo, existem também repertórios comportamentais instalados e mantidos pelas práticas culturais (Andery, 1993; Skinner. 1998). Trata-se do terceiro nível de seleção por conseqüência, a cultura, que segundo Skinner (1998) vem a ser “um conjunto particular de condições no qual um grande número de pessoas se desenvolve e vive” (p. 468). Este grupo ou este conjunto de contingências sociais dispõe de costumes e relações que nunca foram experimentadas ou vistas pelo indivíduo, porém são eventos que o afetam, permitindo a aquisição de comportamentos, seja em nível privado (pensamentos e sentimentos) como também públicos, como, por exemplo, o manuseio de objetos e aprendizagem de habilidades sociais (Andery, 1993; Skinner, 1998). 

Vimos, portanto, que Skinner, respaldado pelo modelo de seleção por conseqüências. não explica a aquisição dos comportamentos partindo somente da história de vida particular do indivíduo, incluindo em sua análise tanto conseqüências filogenéticas quanto culturais. 

E no que se refere à negligência aos dons inatos? Skinner, na verdade, não negligencia aspectos inatos. Ele nega a existência de “dons”, equivalendo a comportamentos que independem da relação que cada pessoa estabelece com seu ambiente.

Para Skinner, como visto no primeiro nível de seleção, existem comportamentos os quais a espécie já traz em função de sua história filogenética. Deste modo, dons inatos são os que dizem respeito a aspectos genéticos, se referindo apenas a características anatômicas e atividades fisiológicas (respiração e digestão) presentes na espécie humana, como também comportamentos reflexos (Skinner, 2003).

Isso significa que. embora Skinner não desconsidere comportamentos inatos, ele não aceita a existência de dons inatos no sentido de aptidões que explicariam comportamentos como os de cantar, escrever, jogar futebol - a noção de que “a pessoa nasceu para isto”. É correto, então, afirmar que, para Skinner, não existem dons inatos que determinam comportamentos operantes, supondo que tais dons explicariam completamente o surgimento de alguns comportamentos. Concluindo, talvez em função de Skinner dar mais ênfase à história pessoal, e principalmente ao papel da cultura na instalação e manutenção dos comportamentos, é que se pense que Skinner negligencia o que é inato. No entanto, espera-se que os argumentos apresentados sejam suficientes para que a critica possa ser revista. 

Passado, presente e futuro da Neurociências

Neurociências: Passado, Presente e Futuro.


"O homem deve saber que de nenhum outro lugar, mas apenas do encéfalo, vem a alegria, o prazer, o riso e a diversão, o pesar, o luto, o desalento e a lamentação. E por isso, de uma maneira especial, nós adquirimos sabedoria e conhecimento e enxergamos e ouvimos e sabemos o que é justo e injusto, o que é bom e o que é ruim, o que é doce e o que é insípido... E pelo mesmo órgão nos tornamos loucos e delirantes, e medos e terrores nos assombram... Todas essas coisas nós temos de suportar do encéfalo quando não está sadio... Nesse sentido, opino que é o encéfalo quem exerce o maior poder sobre o homem. — Hipócrates, Sobre a Doença Sagrada (Séc. IV a.C.)"
 Embora a palavra Neurociência seja jovem, fundada em 1970 pela Sociedade de Neurociências norte-americana, o estudo do encéfalo é bem antigo. Os neurocientistas se debruçaram sobre diferentes disciplinas para compreender o sistema nervoso: medicina, biologia, psicologia, física, química e matemática.

 O que têm pensado os cientistas acerca do sistema nervoso ao longo dos anos?

AS ORIGENS DAS NEUROCIÊNCIAS

O Sistema Nervoso é composto pelo ENCÉFALO, MEDULA ESPINHAL e os NERVOS DO CORPO, e é responsável por SENTIR, MOVER-SE e PENSAR do ser humano.

EGÍPCIOS (5000 anos atrás): já tinham ciência sobre muitos sintomas de lesões cerebrais. Até a época de Hipócrates permaneceu a ideia de que o coração era a sede da consciência e do pensamento ao invés do encéfalo. Contudo os egípcios, já sabiam que  o coração, e não o encéfalo, era a sede do espírito e o repositório de memórias. De fato, enquanto o resto do corpo era cuidadosamente preservado para a vida após a morte, o encéfalo do morto era removido pelas narinas e jogado fora! 

GRÉCIA ANTIGA: Sua visão sobre o encéfalo, parte da ideia de que diferentes partes do corpo são diferentes porque servem a diferentes propósitos, ou seja, têm diferentes funções, supondo haver uma correlação entre ESTRUTURA E FUNÇÃO.

Sendo a cabeça especializada em perceber o ambiente através dos órgãos dos sentidos como: olhos, orelhas, nariz e língua, constatou-se que o encéfalo é o órgão das sensações conforme afirmou Hipócrates (460-379 a.C), pai da medicina ocidental. Aristóteles (384.322 a;C) se contrapõe a essa afirmativa, afirmando ser o coração o centro do intelecto e que a função do encéfalo é que resfriava o superaquecimento do coração.

IMPÉRIO ROMANO: O médico grego Galeno (130-200 d.C.) concordava com Hipócrates sobre o encéfalo. Fazia muitas dissecações em animais, onde através do cérebro dissecado de uma ovelha, pode identificar duas partes do encéfalo, sobre as quais tentou deduzir suas respectivas funções.
  • o cérebro, na frente;
  • o cerebelo, atrás.

Galeno percebeu que o cerebelo tinha uma estrutura mais firme que 
o cérebro. O cérebro tendo uma estrutura mais maleável, estaria comprometido com as sensações e percepções e é ainda, um repositório de memória, e o cerebelo, primariamente comprometido com o controle motor. Descobriu os ventrículos existentes no encéfalo, que funcionava de acordo com quatro fluidos vitais nele existente. Sua teoria permaneceu por quase 1500 anos.

RENASCENÇA AO SÉC. XIX:  Andreas Vesalius (1514-1564) anatomista da Renascença e inventores franceses do séc. XVII, reforçaram a ideia do encéfalo como uma máquinas que exerce uma série de funções, ou seja, um fluido forçado para fora dos ventrículos através dos nervos, poderiam bombear e movimentar os membros. 

Teoria de Fluido Mecânico, defendida por RENÉ DESCARTES (1596-1650), porém, a considerava incapaz de explicar o amplo espectro dos comportamentos humanos, pois já sabia que, as pessoas diferentemente dos animais, possuíam intelecto e uma alma dada por Deus. Comportamentos humanos semelhantes aos dos animais, poderíamos ser controlados por mecanismos cerebrais, ou seja no encéfalo. Porém, capacidades mentais exclusivamente humanas existiriam fora do encéfalo,na "mente" vista como uma entidade espiritual que recebia sensações e comandava movimentos através da glândula pineal.

SÉC XVII E XVIII cientistas passam a dar importância à substância cerebral. O tecido cerebral está dividido em duas partes:

  • a substância cinzenta 
  • a substância branca

 A substância branca, que tinha continuidade com os nervos do corpo, foi corretamente indicada como contendo as fibras que levam e trazem a informação para a substância cinzenta

Séc. XVIII o sistema nervoso já tinha sua anatomia descrita em detalhes:


  •  Reconheceu-se que o sistema nervoso tinha uma divisão central, consistindo no encéfalo e na medula espinhal, e uma divisão periférica, que consistia na rede de nervos que percorrem o corpo.
  • Um importante passo na neuroanatomia foi a observação de que o mesmo tipo de padrão de saliências (os giros) e sulcos (ou fissuras) podia ser identificado na superfície cerebral de cada indivíduo 
  • Esse padrão, que permite a divisão do cérebro em lobos, foi a base da especulação de que diferentes funções estariam localizadas em diferentes saliências do cérebro. 


A VISÃO DO SISTEMA NERVOSO NO SÉCULO XIX

O estágio de compreensão do sistema nervoso no fim do século XVIII: 
  • Lesão no encéfalo pode causar desorganização das sensações, movimentos e  
  • pensamentos, podendo levar à morte. O encéfalo se comunica com o corpo por meio dos nervos. 
  • O encéfalo apresenta partes diferentes identificáveis e que provavelmente 
  • executam diferentes funções. O encéfalo opera como uma máquina e segue as leis da natureza. 
  • Durante os cem anos que se seguiram, aprendemos mais sobre as funções do encéfalo do que foi aprendido em todos os períodos anteriores da história.

Foram feitas quatro descobertas-chave realizadas durante o século XIX:

NERVOS COMO FIOS: 
  •  o cientista italiano Luigi Galvani e o biólogo alemão Emil du Bois-Reymond haviam mostrado que os músculos podiam ser movimentados quando os nervos eram estimulados eletricamente e que o próprio encéfalo podia gerar eletricidade. Essas descobertas finalmente derrubaram a noção de que os nervos se comunicam com o encéfalo pelo movimento de fluidos. 
  • O novo conceito era de que os nervos eram como “fi os” que conduzem sinais elétricos do e para o encéfalo.
  • Em  1810, por um médico escocês, Charles Bell, e um fisiologista francês, François Magendie,  Observou as duas raízes dorsal( parte de trás da medula espinhal) e ventral ( pela frente). Ao cortar as raízes ventrais observou que havia paralisia muscular. As raízes dorsais levavam informações sensoriais para a medula espinhal.
  • Bell e Magendie usou o Método de ablação experimental, em que corta partes dos sistema nervoso para averiguar a sua função. Em 1823, o considerado fisiologista francês Marie-Jean-Pierre Flourens usou esse método em diferentes animais (especialmente em pássaros) para mostrar que o cerebelo realmente tem um papel na coordenação dos movimentos. 
GALL (1809) propõe haver diferentes tipos de personalidades, desde as mais talentosas às psicopatas. Surge e frenologia ciência que correlaciona a estrutura da cabeça com traços de personalidade.


BROCA (1861) após a morte de um paciente, ao examinar o cérebro humano, encontrou em seu encéfalo, uma lesão no lobo frontal esquerdo concluindo que essa é a parte responsável pela fala.

A EVOLUÇÃO DO SISTEMA NERVOSO E A NEUROCIÊNCIAS HOJE.
  • Em 1859, o biólogo inglês Charles Darwin (Figura 1.13) publicou A origem das espécies.  Ele articulou a Teoria da Evolução Natural: as espécies de organismos evoluíram de um ancestral comum.  Diferenças entre as espécies aparecem por um processo que Darwin chamou de seleção natural.
  • o neurônio: a unidade funcional básica do encéfalo.
  • o maior desafio da neurociências é compreender como funciona o encéfalo, a nível molecular, celular, de sistemas, comportamental e cognitivo.
  • NEUROCIÊNCIAS MOLECULARES: a matéria encefálica consiste em uma fantástica variedade de moléculas, muitas exclusivas do sistema nervoso, cada uma delas com diferentes papéis, responsáveis pela comunicação entre neurônios, controla entrada e saíde de materiais nos neurônios, etc.
  • NEUROCIÊNCIAS CELULARES: estuda como todas aquelas moléculas interagem para dar ao neurônio suas propriedades particulares, para identificar os diferentes tipos de neurônios, como eles se interconectam e como fazem suas computações.
  • NEUROCIÊNCIAS DE SISTEMAS: Constelações de neurônios formam circuitos complexos para realizar uma determinada função como a visão, tem-se o sistema visual, tem-se o sistema motor e assim por diante. Esses sistemas permitem os estudos e análises das sensações, percepções movimentos, etc.
  • NEUROCIÊNCIAS COMPORTAMENTAIS: sistemas neurais trabalham juntos para produzirem comportamentos integrados, como diferentes memórias são executadas de diferentes sistemas neurais.
  • NEUROCIÊNCIAS COGNITIVA: busca compreender os mecanismos neurais responsáveis pelas atividades mentais superiores do homem, como a consciência, a imaginação e a linguagem, ou seja, como a atividade do encéfalo cria a mente
REFERÊNCIAS:
BEAR, Mark F.; CONNORS, Barry W.; PARADISO, Michael A. Neurociências desvendando o Sistema Nervoso. 3ª Edição. Editora Artmed. Rio Grande do Sul, 2008.