Existem basicamente dois princípios fundamentais para a atuação do psicólogo
antes e após a cirurgia bariátrica:
- histórico médico,
- possíveis transtornos mentais, e para isso é importante utilizar mais de um instrumento, geralmente é realizada uma entrevista clínica
e podem ser usadas dinâmicas e observações, assim como testes psicológicos.
- De acordo com Bordignon, Bertoletti e Trentini
(2019), a psicoeducação dos pacientes e seus familiares é importante, pois formam
uma rede de apoio aos pacientes.
- É importante explicar a todos as consequências da
cirurgia a curto, médio e longo prazo, bem como promover o autoconhecimento sobre
a forma de alimentação do paciente. Todo o processo é minucioso e discreto, levando
em consideração todos os procedimentos éticos prescritos pelo Conselho Federal de
Psicologia (CFP).
- Conforme destacado por Joaquim et al., (2019) o objetivo primordial da avaliação psicológica deve ser indicar se a cirurgia bariátrica é realmente um procedimento
que beneficia o paciente, garantindo a segurança do paciente.
- Ao realizar avaliações
psicológicas, os psicólogos devem observar as respostas dos candidatos em relação
ao estresse e à tensão e especialmente seus hábitos alimentares.
- O psicólogo também deve explicar ao paciente todas as mudanças que a cirurgia bariátrica trará, isso
é necessário para atestar se o paciente está realmente preparado para lidar com todas
as novas situações que surgirão.
- Se, por algum motivo, alguma condição de cirurgia bariátrica que possa ser
prejudicial ao paciente for identificada por um profissional psicólogo por meio de avaliação psicológica, se justifica o encaminhamento psiquiátrico, segundo Bordignon,
Bertoletti e Trentini (2019). Principalmente quando há uma doença mental grave
como: depressão, psicose, alimentação, abuso ou dependência de substâncias, e
quando há alguma limitação intelectual que impeça o paciente de compreender plenamente o procedimento a ser realizado.
- Em alguns casos, a psicoterapia também
pode ser necessária.
Para Gordon (2014), os sintomas depressivos ainda na fase pré-operatória indicam a necessidade de intervenção terapêutica, pois esses sintomas podem inferir
um pior prognóstico geral e, portanto, também são necessários cuidados intensivos
na fase pós-operatória para melhorar os resultados e garantir a qualidade de vida.
- Pode-se supor erroneamente que o maior problema para os pacientes após a
cirurgia é a recuperação, quando, na verdade, o maior obstáculo é muitas vezes os
próprios pensamentos e comportamentos do paciente.
- A cirurgia bariátrica, por mais
bem-sucedida que seja, produz mudanças puramente físicas, mas o psicológico e a
maneira como a pessoa se relaciona com a comida, a maneira como ela se vê, pode
permanecer o mesmo, isso sem contar em transtorno mentais, como depressão e ansiedade, já pré-estabelecidos, e por isso deve ser trabalhado por meio da psicoterapia
com psicólogo e em alguns casos até mesmo com o psiquiatra.
- Além disso, muitos
pacientes ainda precisam lidar com todas as mudanças físicas que ocorrem no corpo,
a cirurgia traz saúde, porém, ela também pode trazer complicações (CASTELLO
BRANCO, 2021).
- Para Camargo (2013), a cirurgia bariátrica pode causar efeitos fisiológicos duradouros como engasgos, vômitos, desconforto, etc. Esses efeitos podem dificultar,
mas não necessariamente impedir um bom ajuste psicossocial. Mas para que esse
processo seja bem-sucedido, mudanças comportamentais devem ser feitas, principalmente no que diz respeito aos hábitos alimentares.
- Além disso, fatores psicológicos
também podem afetar a capacidade do paciente de se adaptar às condições necessárias para manter o peso.
- Segundo Méa e Peccin (2017), sem um acompanhamento satisfatório do tratamento, cerca de um ano ou mais após a cirurgia, o paciente pode começar a buscar
novas formas de suprir suas necessidades, o que pode ser alcançado de duas formas:
- sentir-se vazio, perder o interesse pelo que antes era agradável, mau desempenho no
trabalho e angústia.
- Por outro lado, existem compulsões, onde o indivíduo responde
gradualmente ao desejo de buscar comida. Podendo haver um descuido e o indivíduo
começa a avançar novamente.
- Isso reflete que pacientes com perda de peso não precisam apenas de apoio
psicológico, mas também de um bom apoio psicológico.
- Na psicologia, existem várias
abordagens, com níveis de evidência variados, sendo necessário que esse paciente
obtenha um método que garanta maior chance de sucesso em pacientes obesos, bariátricos e com compulsão alimentar.
- Permitir que a condição do paciente encontre
uma boa evolução e alcance uma qualidade de vida satisfatória.
- Méa e Peccin (2017) também identificaram dois caminhos adicionais que pacientes com perda de peso podem seguir sem o devido apoio psicológico.
- Uma delas são os transtornos de ansiedade, que podem até ser mais prevalentes nesses casos
do que a depressão, já que pessoas com transtornos de ansiedade têm maior necessidade de se alimentar, o que afetará diretamente o ganho de peso.
- Outra via possível
é o abuso de substâncias psicoativas, sendo o uso de álcool a substância com maior
prevalência.
- No entanto, isso não significa que a cirurgia bariátrica seja a principal causa de
distúrbios psicológicos graves. Longe disso, a cirurgia bariátrica é um procedimento
que traz inúmeras melhorias para a saúde e a vida do paciente. Meghelli (2018) chegou a observar em seu estudo que pacientes com perda de peso melhoraram a cognição, achado relacionado à cirurgia. Embora essa melhora não seja suficiente para
atingir a média populacional.
No estudo realizado por Méa e Peccin (2017), não foram encontrados altos níveis de ansiedade e depressão, embora a prevalência de consumo de álcool tenha
sido maior. Por isso, a psicoterapia é necessária, pois o trabalho realizado deve ser
preventivo. Além de evitar que esses sintomas apareçam, permite que o paciente tenha uma maior aceitação do seu corpo, o que pode ajudar na manutenção do peso e
mudanças no estilo de vida.
No entanto, por um lado, se a ansiedade e a depressão não são altamente
prevalentes em pacientes com perda de peso, considere que são mais comuns em
pacientes que já apresentavam tais sintomas antes da cirurgia.
- Outras comorbidades,..
- como a compulsão alimentar, têm alta incidência e, portanto, podem enviar sinais de
alerta durante o pós-operatório.
- Em consonância com Venzon e Alchieri (2014), a presença de compulsão alimentar pós-operatória esteve diretamente associada ao ganho de peso.
- Novamente,
a cirurgia bariátrica consiste em apenas uma fase do tratamento da obesidade, ou
seja, o tratamento não termina após a cirurgia, ele continua, e continuará por muito
tempo, tendo em vista que a manutenção do peso dependerá de vários fatores, a partir
de então proceder à avaliação, que em longo prazo ajudará a desenvolver um plano
de tratamento.
- Dada à natureza de longo prazo da obesidade, entende-se que o tratamento deve ser contínuo e deve envolver uma série de fatores, como:
- mudanças na
alimentação e no comportamento, como o desenvolvimento do hábito de atividade
física,
- prevenção e apoio psicológico durante o tratamento e durante o pós-operatório, respeitando sempre as vicissitudes e idiossincrasias de cada paciente, levando em
consideração a complexidade da pessoa.
- Dessa forma, a psicoterapia não é uma estratégia emergencial, mas preventiva,
pois considerando todas as mudanças, e sabendo que o ser humano é um ser biopsicossocial, é fundamental que esse paciente pós-bariátrica tenha um acompanhamento não apenas para lidar com todas as mudanças físicas, mas principalmente para
lidar com as mudanças psicológicas que ele está exposto (CASTELLO BRANCO,
2021)
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, C.; FURTADO, C. Comer Intuitivo. UNILUS Ensino e Pesquisa, vol. 14, n.
37, 2017.
ALVARENGA M. et. al. Nutrição Comportamental. 2ª ed. Barueri – SP. Editora Manole, 2019.
ALVARENGA, M. Contextos da Alimentação. Revista de comportamento, cultura e
sociedade, vol. 5, n.1, 2016.
ALVARENGA, M. et. al. Nutrição Comportamental. 1 ed. digital. São Paulo. Ed. Manole, 2016.
ALVARENGA, M.; SCAGLIUSI, F.; PHILIPPI, S. Comportamento de risco para
transtorno alimentar em universitárias brasileiras. Revista de Psiquiatria Clínica,
vol.38, n.1, pag. 03- 07, 2011.
ARATANGY, E. W.; BUONFIGLIO, H. B. Como lidar com os transtornos alimentares. São Paulo: hogrefe, 2017.
AZEVEDO, A. V. S.; CREPALDI, M. A. A Psicologia no hospital geral:
aspectos históricos, conceituais e práticos. Estud. psicol., Campinas, v. 33,
n. 4, p. 573-585, 2016.
BADANAI, N. de L. et al. Associação entre os padrões alimentares e grau
de processamento de alimentos com o sentimento de depressão na gravidez. Rev. Bras. Saúde Mater. Infant., Recife, v. 19, n.3, p.581-590, 2019.
BANDEIRA, Y. et.al. Avaliação da imagem corporal de estudantes do curso de
nutrição de um centro universitário particular de Fortaleza. Jornal brasileiro psiquiatria, vol. 65, n. 2, pag. 168-173, 2016.
BARLOW, D. H. Manual Clínico dos Transtornos Psicológicos. 1. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2016 BENTO, K. et al. Transtornos alimentares, imagem corporal e estado nutricional
em universitárias de Petrolina-PE. Revista Brasileira de ciências saúde, vol. 20, n.
3, pag. 197- 202, 2016.
BIRMAN, J. (2012). O sujeito na contemporaneidade. Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira.
BORDIGNON, S., BERTOLETTI, J. e TRENTINI, C. M. Avaliação psicológica de
candidatos de cirurgia bariátrica e seguimento de pacientes no período pós-cirúrgico. Biblioteca A Viewer. 2019.
BOSI, M. et al. Comportamento alimentar e imagem corporal entre estudantes de
medicina. Revista Brasileira de Educação Médica, vol. 38, n. 2, pag. 243-252, 2014.
BURGESS, E. et.al. Behavioural treatment strategies improve adherence to lifestyle intervention programmes in adults with obesity: a systematic review and
meta-analysis. Clínica Obesidade, vol.7, n.1, pag.105-14, 2017.
CAMARGO, F. G. A. M. Coping e Aspectos Psicossociais Associados ao Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida em Longo Prazo. Universidade de São
Paulo. Instituto de Psicologia. São Paulo. 2013.
CASTELLO BRANCO, P. C. Avaliação psicológica e psicoterapia no pré e pósoperatório de pacientes bariátricos. 2021
CATÃO, L. G.; TAVARES, R. L. Técnicas da Nutrição Comportamental no Tratamento dos Transtornos Alimentares. Revista Campo do Saber, v. 3, n. 1, 2020.
CHAO H. L. Body image change in obese and over-weight persons enrolled
in weight loss intervention programs: A systematic review and meta-analysis.
PLoS ONE. 2015; 10(5): 1–12.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Cartilha de Avaliação Psicológica. 2013.
COPETTI, A. V. S.; QUIROGA, C. V. A influência da mídia nos
transtornos alimentares e na autoimagem em adolescentes. Rev. Psicol.
IMED,Passo Fundo, v. 10, n. 2, p.161-177, 2018. CUNHA, C. S. O. et al. IMPACTOS PSICOLÓGICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS
À CIRURGIA BARIÁTRICA. 2020.
CUNHA, C. S. O. et al. IMPACTOS PSICOLÓGICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS
À CIRURGIA BARIÁTRICA. 2019
DALGALARRONDO, P. Psicopatia e semiologia dos transtornos mentais. 2. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2019.
DALTROSO, C. D. ANOREXIA NERVOSA: UMA VISÃO MÉDICA E PSICANALÍTICA.
2018
DINIZ, M.T.C. et.al. Cirurgia Bariátrica e Metabólica Abordagem Multidisciplinar.
São Paulo: Atheneu. 2012.
FAGUNDES M. A. B. G., CAREGNATO, R. C. A, SILVEIRA, L. M. O. B. Variáveis
psicológicas associadas à cirurgia bariátrica. Aletheia v.49, n.2, p.47-54, jul./dez.
2016.
FERREIRA. T. D. Transtornos Alimentares: principais sintomas e características
psíquicas. Uningà, vol.55, n.2, pag.169-176, 2018.
FREITAS, M. C. S. et al. Hábitos alimentares e os sentidos do comer. In:
DIEZ-GARCIA, R. W.; CERVATO-MANCUSO, A. M. (orgs). Mudanças alimentares e educação nutricional. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2012.
GEUS, L. M. M. et al. A importância na inserção do nutricionista na Estratégia Saúde da Família. Ciênc. Saúde coletiva, Rio de Janeiro, v.16, n.1, p.797-804,
2011.
GONÇALVES S, SILVA D, ANTUNES H. Variáveis psicossociais no excesso de
peso e na obesidade infantil. Ver. Bras. Crescimento e Desenvolv. Hum
2012;22(2):179-86
GONÇALVES, E. O peso da obesidade: A importância da psicologia à luz da ACP.
2017. GORDON, C. P. Avaliação Longitudinal Psicopatológica e de Personalidade de
Pacientes Submetidos à Cirurgia Bariátrica: Implicações Prognósticas. São
Paulo. 2014.
GORDON, P. C.; KAIO, G. H.; SALLET, P. C. Aspectos do acompanhamento psiquiátrico de pacientes obesos sob tratamento bariátrico: revisão. Rev. psiquiatr.
clín., São Paulo , v. 38, n. 4, p. 148-154, 2011 .
GUERRA, C. F.; OLIVEIRA, F. S. Alterações bucais causadas pela bulimia nervosa. 2012.
GUERRA, D. S. L. Perfil Psicopatológico de Pacientes Candidatos à Cirurgia Bariátrica: Análise de Classes Latentes e Fatores Associados. 2019.
JOAQUIM, B. O., BASSETTO, J. A., CASTRO, M. P. E POLLI, G. M. Avaliação Psicológica Pré-cirurgia bariátrica: a experiência dos pacientes. Academia Paulista
de Psicologia. Vol.39 no.96. São Paulo. 2019.
KAMIL, J. Hábito e Comportamento Alimentar de Escolares do 5° Ano do Ensino
Fundamental Residentes em Juiz de Fora – MG. 2013.
LANA, C. S.; LANA, V. C. S. Atuação multiprofissional em saúde: pontos de contato entre a psicologia e a nutrição. 2020.
LIMA A.C.R., OLIVEIRA A.B. Fatores psicológicos da obesidade e alguns apontamentos sobre a terapia cognitivo-comportamental. Mudanças-Psicologia da Saúde. 2016.
LOPES, R.G.C et al. Família e Sociedade – passo a passo: Uma Visão Multidisciplinar da Cirurgia Bariátrica. Curitiba: Juruá, 2017.
LÜDTKE, L., S., B. M. B., PEUKER, A. C. W. B., & GARCIA, E. L. (2018). Obesidade,
depressão e estresse: relato de uma intervenção multidisciplinar em grupo com
adolescentes. Revista Interdisciplinar De Promoção Da Saúde, 1(4), 256-266.
MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO DE TRANSTORNOS MENTAIS. DSM-V.
5ª edição. American Psychiatric Association. Artmed. 2014. MARCHESINI, S. D. Acompanhamento psicológico tardio em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. ABCD, arq. bras. cir. dig., São Paulo , v. 23, n. 2, p. 108-
113, June 2010 .
MÉA, C. P. D.; PECCIN, C. Sintomas de ansiedade, depressivos e uso de substâncias psicoativas em pacientes após a cirurgia bariátrica. Rev. Psicol. Saúde,
Campo Grande, v. 9, n. 3, p. 119-130, dez. 2017.
MÉA. PECCIN. Sintomas de Ansiedade e Depressão Após Cirurgia Bariátrica.
2017.
MEGHELLI, L. B. Avaliação psicológica de pacientes obesos pré e pós cirurgia
bariátrica. 2018.
MENDES A. A., IEKER A.S.D., CASTRO T.F., AVELAR A., NARDO JÚNIOR N.
Multidisciplinary programs for obesity treatment in Brazil: A systematic
review. Revista de Nutrição. 2016; 29(6): 867-884.
MORAES, R. W. Determinantes e construção do comportamento alimentar: uma
revisão narrativa da literatura. Porto Alegre –RS, 2014.
NEUFELD, C.; MOREIRA, C.; XAVIER, G. Terapia Cognitivo-Comportamental em
Grupos de Emagrecimento: O Relato de Uma Experiência. PSICo, vol. 43, n. 1,
pag. 93-100, 2012.
NUNES, L.; SANTOS, M.; SOUZA, A. Fatores de risco associados ao desenvolvimento de bulimia e anorexia nervosa em estudantes universitários: uma revisão
integrativa. HU Revista, vol. 43, n. 1, pag. 61-69, 2017.
PAIM, I. Curso de Psicopatologia. 11. ed. São Paulo: EPU, 2016.
PEREIRA, A. M. Hábitos Alimentares: Uma Reflexão Histórica. Nutrícias, Porto,
n. 18, p.18-20, 2013
RECALCATI, M. (2002). O “demasiado cheio” do corpo: por uma clínica psicanalítica da obesidade. Latusa, 7, 51-74.SADOCK, B. J.; SADOCK, V. A.; KAPLAN, H. I. Compêndio de psiquiatria: ciência
do comportamento e psiquiatria clínica. 9. ed. Porto Alegre/RS: Artmed, 2015.
SANTOS, F. D. G. et al. Anorexia nervosa e bulimia nervosa: alterações bucais e
importância do cirurgião dentista na abordagem multiprofissional. Rev. Odontol.
Univ. Cid. São Paulo, São Paulo, v. 27, n. 1, p. 33-42, jan./abr. 2015.
SAVIOLI, G. Estresse, ansiedade e depressão: como prevenir e tratar através
da nutrição. Cachoeira Paulista/SP: Editora Canção Nova, 2019.
SILVA, B.; MARTINS, E. Mindful Eating na Nutrição Comportamental. Revista Científica Univiçosa, vol.9, n.1, 2017.
TRIBOLE, E. et. al. Terapia Cognitivo-Comportamental em Grupos de Emagrecimento: O Relato de Uma Experiência. PSICo, vol. 43, n. 1, pag. 93-100, 2012.
VARGAS V. Elementos para pensar a obesidade, a depressão e a ansiedade. 2012.
VENZON. ALCHIERI. Indicadores de Compulsão Alimentar Periódica em Pósoperatório de Cirurgia Bariátrica. 2014.
WEINBERGER N. A, KERSTING A., RIEDEL-HELLER S.G., LUCKSIKORSKI C. Body Dissatisfaction in Individuals with Obesity Compared to
Normal-Weight Individu-als: A Systematic Review and Meta-Analysis. Obesity
Facts. 2017